08\11\11 – Humaitá-AM x km AM 180 x Apuí-AM
Foi um parto conseguir jantar em Humaitá. O restaurante indicado pelo hotel era muito feinho, o Tita até encarava a chuleta, mas só ele rsrsrs. Resolvemos procurar outro, mas a opção era o churrasquinho de gato na praça. O Pepa ficou encantado com o arroz carreteiro da tiazinha, arroz cheio de miúdos de frango. Eca!!! Só ele achou delicioso e resolvemos procurar outro local, rsrsrs. O Possato nos levou para um tour na cidade e ao chegarmos no melhor restaurante da cidade, ele estava fechado rsrsrsr. Ai resolvemos comer um sanduba na padoca, aquela que o Gaspar queria desde o começo da procura por comida rsrsrsrs. Detalhe, o X-egg não tem hambúrguer e o X-salada tem ovo, kkkk. Tava delicioso! Mas também com a fome que estávamos só não dava pra encarar a chuleta e o arroz carreteiro. kkkkk
Chegando ao hotel tentei de todas as formas subir as fotos para o Picasa, mas a internet era bem lenta e nada feito.
Em 08/11, saímos do hotel Macedônia às 08:00hs, abastecemos e seguimos para a balsa. Tivemos que esperar quase 02 horas para embarcar, pois chegamos às 8:30hs e ela só voltava às 10 horas. Ai, senta e espera!
Enquanto esperávamos aproveitamos pra fotografar tudo o que víamos, o que não era muito rsrsrs. Mangueiras, frutos estranhos, crianças, rio e até um lagarto verde que apareceu na beira da estrada.
Embarcamos e surpresa! A Hilux deu pau na bateria de novo, fizemos uma chupeta e seguimos viagem. A estrada, agora, é de terra, que aliás está muito boa. Pegamos bastante poeira e muitas pontes, reformadas e em excelente estado. A mata às margens da rodovia foi quase toda derrubada e somente pastos vão nos acompanhando, ora com gado, ora sem nada. Alguns trechos com queimadas e somente palmeiras e castanheiras restaram em pé.
Rodados 100 km chegamos à reserva indígena onde há cobrança de pedágio. No recibo que nos deram, R$ 20,00, está escrito que é pelo uso de suas terras. Dentro do trecho da reserva a mata está preservada.
Pegamos alguns trechos molhados pela chuva e outros ainda bem secos e às 13:00hs chegamos ao km 180. Enquanto avaliávamos o problema da bateria da Hilux, a galera foi almoçar. A bateria nova da Hilux não segura carga e será preciso trocá-la. Poderíamos fazer isso na garantia, mas a cidade estava sem telefone e teremos que fazê-la em Apuí. Abastecemos novamente e seguimos viagem.
Nesta vila há muitas serrarias, mas não vimos caminhões carregados com madeira na região e a polícia federal em conjunto com a guarda nacional está com trabalho intensivo para coibir a criminalidade na região.
Na estrada pegamos um trecho bem molhado e a Hilux começou a dançar. Chuva, lama e muitas poças d'água. Este trecho foi bem legal apesar de eu não gostar nada de ver e sentir a Hilux escorregando pra lá e pra cá, kkkkkkk
O trecho lembra bastante a estrada para a Vila Santa Maria no Ariri, terra com algumas lombadas e muitas pontezinhas sobre os igarapés. Não vimos bichos, nem pássaros, nem flores, nem frutos. Somente borboletas nos acompanham por todo percurso.
Por volta das 17:40hs pegamos mais uma balsa e o dia já foi escurecendo. Estrada molhada, muitos morros e curvas na estrada que agora está um pouquinho pior. Chegando à Apui onde encontramos uma cobra jibóia atropelada e morta na estrada. Fizemos algumas fotos e acabamos chegando na cidade às 20:00hs.
Jantar, hotel e nos recolhemos, afinal hoje fizemos 400km em estrada de terra e com chuva. Finalmente estamos percorrendo a Transamazônica.
Fotos.
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