13/08/2015

TRECKING PICO DO JARAGUÁ – 02/08/15


Diário de Bordo

 

TRECKING PICO DO JARAGUÁ – 02/08/15

 

Tita, Marcia e Dani

Roberto e Claudia

 

Pico do Jaraguá

Ponto mais alto da cidade de São Paulo, com 1.135 metros de altitude, o Pico do Jaraguá proporciona ao visitante o mais incrível panorama da capital paulista (com uma vista que alcança até 55 quilômetros).

Antigo palco de guerras entre bandeirantes e índios, o local foi muito explorado por possuir grande quantidade de ouro. Após o fim da mineração, com o esgotamento de todos os recursos por volta do século XIX, tornou-se, segundo o missionário Daniel Kidder, “um marco dos viajantes”, pois, de qualquer local, o Pico poderia ser visto e, a partir daí, calculava-se a distância que faltava para se chegar à São Paulo.

Em 1946, o Pico do Jaraguá foi transformado em ponto turístico e alguns anos depois, em 1961, foi criado o Parque Estadual do Jaraguá, para que os visitantes tivessem acesso à parte histórica do local, como o casarão do bandeirante Afonso Sardinha (mais antigo habitante do lugar).

O parque foi tombado em 1983 pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat) e em 1994 como Patrimônio da Humanidade, pela Unesco.

Para os aventureiros e amantes da natureza, o acesso ao topo pode ser feito de duas formas: através de uma via asfaltada, a Estrada Turística do Jaraguá, que tem início no km 18 da rodovia Anhanguera (
com extensão de 5.356 metros de comprimento) e, aos mais dispostos, através da Trilha do Pai Zé, numa caminhada de cerca de dois quilômetros. 

Lá no alto há uma grande antena de televisão, além de pequenas lanchonetes e estacionamento para os veículos e, é claro, a melhor vista da cidade.

Há ainda outras duas trilhas, a Trilha da Bica e a Trilha do Silêncio (desenvolvida e instalada para passeios com grupos de terceira idade, e portadores de necessidades especiais).

Como ainda não estamos na terceira idade (amém) rsrsrs resolvemos seguir a trilha do Pai Zé (Roberto conta que Claudia Fez umas macumbinhas para que casassem e Claudia afirma que desde então tenta devolver a macumba mas nao tem obtido sucesso rsrsrs).

 

Iniciamos a trilha por volta das 10:30 horas, como moramos na zona sul de Sampa sempre levamos duas horas pra chegar a qualquer lugar rsrsrs. A ideia era treinar com mochilas pesadas, mas Dani recebeu orientação de amigos para ter cuidado, pois há muito risco de assaltos na trilha, então não levamos maquina fotográfica, relógio ou mochilas, gostei por causa de não levar peso, mas falhou o treinamento L.

 

A trilha começa tranquila e o primeiro subidão forca um pouco, depois a trilha vai serpenteando em meio à mata atlântica uma delicia, depois temos um longo trecho de cerrado com sol escaldante e neste trecho a trilha e bem íngreme. Chegamos ao topo ofegante.

 

Seguimos ate o mirante fizemos avistamento da cidade, mais um dia lindo de sol onde podia se avistar longe, tomamos água e descemos pelo asfalto. Fizemos os dois trechos em +- 1:40. Paramos na entrada do parque e fizemos um lanchinho para recarregar as baterias rsrsrs.

 

O sol estava fritando, mas resolvemos voltar pelo asfalto e descer a trilha ate o estacionamento. Juro que cansei rsrsrs. Durante a subida pelo asfalto ouvimos barulho em algumas arvores a ao olhar direito vimos macaquinhos, não sei se era Prego ou Bugio gritando e saltando dos galhos, acho que estão acostumados e receber alimentos por isso ficaram nos acompanhando pelas arvores.

 

Continuamos a subida e novamente fomos nos refrescar ao chegar ao topo, deitei numa sombra e fiquei observando um quati que também vem bem pertinho para receber alimentos, pratica proibida, mas acredito que não e seguida, o que coloca em risco a vida destes pequenos animais.

 

Uma boa pausa e iniciamos a descida pela trilha, que no começo e bem punk com degraus altos e pedras lisas, ótima para nosso treinamento, assim que entramos na mata o clima fica fresco e a sombra ajuda bastante.

 

Ainda na mata vários saguis vem bem pertinho pra ganhar alimento, podíamos ter levado frutas, mas foi melhor não, quanto mais longe ficarmos, melhor pra eles.

 

A ultima descida vai travando minhas pernas rsrsrs, quase 14 kms num dia quente, eita que o bicho vai pegar no Monte Roraima rsrsrsr

 

Encerramos o dia com churras no cafofo do Roberto e Claudia, onde tivemos o prazer de conhecer as filhotas Bia e Smile.

 

Helio e Diego só digo uma coisa PERDERAM!!!!!!

 

FOTOS:


 

 

Marcia Colevati

“Toda grande caminhada começa com um simples passo” Buda

 

Trecking Etapa ILHABELA 25 E 26-07-15


Diário de Bordo



Trecking Etapa ILHABELA 25 E 26-07-15

 

Participantes:

Tita, Marcia e Dani

Roberto e Claudia Regina

Helio e Rafael

 

Para o esquenta do Monte Roraima que acontecerá em outubro, a galera resolveu fazer uma trilha em Ilhabela.

No dia marcado a chuva resolveu ir também rsrsrs, sábado amanheceu chuvoso e o dia só ia escurecendo, mas os valentes resolveram seguir assim mesmo rsrsr

 

Chegamos a Ilhabela debaixo da maior chuva, na balsa precisamos nos proteger pra não ficarmos encharcados. Os ânimos não estavam os melhores, mas ninguém ia mijar pra trás NE? Rsrsrs

 

Saimos do ponto de encontro na Ayrton Senna as 7:00 horas da matina, chegamos a Ilhabela às 11:00hs, no estacionamento em Ponta da Sepituba as 12:00hs e da-lhe chuva. Começamos a montar a carga nas costas, bota, polaina, capa de chuva, chapéu e da-lhe chuva, até dei a ideia de ficarmos numa pousada e fazermos a trilha sem carga, mas Roberto e Tita nos convenceram a ir até a cachoeira da Laje pra ver como estava e se fosse muito ruim voltaríamos para uma pousada.

 

Claudia que adooooora natureza estava com cara de muito feliz rsrsrs e da-lhe chuva.

 

Cameçamos a caminhar e parecíamos as tartarugas ninjas, cada um levando a casa nas costas rsrsrs e da-lhe chuva rsrsrsrs Roberto voltou ao estacionamento, pois havia esquecido o bastão de caminhada ao lado do carro, o grupo seguiu devagar enfrentando a enxurrada que corria nas valas do morro. Sobe e desce e ainda bem que tem bastante pedra, se fosse só barro o bicho ia pegar.

 

O trecho tem umas ladeiras nervosas, 3Km e em 50 minutos chegamos ao camping. Carregar a carga foi tranquilo, Tita e Dani tinham 11 kgs cada, eu estava com 8kgs, Roberto tinha 16kgs rsrsr Helio não sei, mas a mochila tava bem grande também.

No camping fomos informados que por causa da chuva o rio estava sem condições de passagem, não deveríamos seguir para Bonete, pra mim um alívio, pois com chuva tava muito ruim seguir, mas por outro lado foi brochante não terminar o combinado.

 

Resolvemos então montar as barracas e ficar por lá para testar os isolantes térmicos, pois teremos que dormir neles por sete noites e não deve ser muito confortável rsrsr.

 

Por ser camping selvagem levei fogão e macarrão para a refeição e enquanto Tita e Dani montavam a barraca comecei a preparar o almoço. Roberto e Helio também montaram as barracas e assim que terminaram o macarrão tava pronto. Ivo do camping até ofereceu almoço feito por eles, mas recusamos e informamos da nossa intenção que era “roubada mesmo” rsrsrs. Macarrão gravatinha com carne seca, uma delícia. Roberto também levou um fogareiro super chic e fez um penne com

creme de leite e pimenta maravilhoso.

 

Ivo do camping super hospitaleiro e falante, num instante sabíamos tudo dele e ele da nossa viagem. Ao saber que estávamos com o jimny no estacionamento, contou nos que Murillo Matos da SZK esteve la durante o evento na Ilha e nos deu a chave do portão para que fossemos buscar o jimny para facilitar a carga na volta no domingo. Tita mais interessado em fazer trilha do que carregar mochilas rsrsrs foi com Roberto, Helio e Rafa até o estacionamento buscar o jimny. 40 minutos de caminhada e mais uns 15 rodando de volta, trilha bem sussa e a chuva deu uma trégua.

 

Enquanto os rapazes foram buscar o Gasparzim, Eu, Dani e a Claudia resolvemos descansar um pouco, afinal tínhamos acordado as 4 da matina, percorrido 3km com mochilas pesadas debaixo de chuva, nosso querido corpinho precisava descansar rsrs.

 

Nem fechamos os olhos e se passaram quase 2 horas rsrsrs, os rapazes chegaram e nos chamaram para jantar, a mãe do Ivo havia feito “galinhada” aff, o Tita não suporta, mas achou um pedaço de peito e completou o prato com arroz rsrsrs, Roberto se deliciou com os dois pés do frango eca, Eu, Dani e Claudia recusamos, estávamos bem com nosso macarrão do almoço.

 

A noite caiu rápido e já não chovia mais, tanto que Helio e Roberto tomaram um belo banho de cachoeira.

 

Friozinho, noite escura, tudo pedia um vinho com queijo e foi o que fizemos, havíamos levado queijo e vinho em garrafa pet de 1,5lt, Roberto levou duas garrafinhas de 500ml cheias de vinho e uma linguicinha apimentada. Pronto já tínhamos beliscos pra papear e bebericar. Ivo ascendeu uma salamandra e ficamos um bom tempo curtindo o “tempo”.

Fomos dormir e nem sentimos se o isolante é bom ou ruim, apagamos e acordamos muito bem no domingo.

 

Enquanto comíamos apreciávamos a paisagem e os belos sairás-7-cores, muitos pássaros e um visu maravilhoso.

 

Não dava pra seguir até Bonete o tempo não permitiria, então desmontamos acampamento e fizemos uma pequena trilha até o Buraco do Cação, voltamos e fomos até a Cachoeira da Laje. Roberto ao perguntar para Ivo se havia encontrado a perna da calça dele que havia sumido, descobre que encontraram a chave do carro dele na cachoeira, ele deve te-la esquecido durante o banho noturno rsrsrs.

 

Ivo nos oferece o camping para levarmos nosso grupo de jipeiros até lá, ficamos interessados e em breve vamos tentar levar o grupo pra um passeio jipe/trecking na Ilha.

 

Nos despedimos e Tita com Dani seguiu no Jimny, Eu, Roberto, Claudia, Helio e Rafa voltamos a pé até o estacionamento. Ah Roberto teve que voltar ao camping, pois esqueceu novamente o bastão de caminhada rsrsrsrs LOST kkkk.

 

Saímos da Ilha por volta das 13 horas, paramos em São Sebastião para o almoço e fizemos a volta tranquila. Às 20 horas estávamos em casa.

 

Não atingimos o combinado, Bonete, mas o teste de convivência foi bem bacana, acho que conseguiremos passar os sete dias juntos rsrsrsrsr Ah teremos que tentar mais uma vez pra testar os isolantes térmicos, aquela bagaça parece que vai nos quebrar nas noites no Monte rsrsrs.

 


 

 

 

Márcia Colevati

“Toda grande caminhada começa com um simples passo” Buda

FESTA JULINA CABEÇUDA – SÍTIO GREEN HILL PARELHEIROS/SP 18 E 19-07-15


Diário de Bordo

 

FESTA JULINA CABEÇUDA – SÍTIO GREEN HILL PARELHEIROS/SP 18 E 19-07-15

 

Participantes:

 

Serjao, Adele e Gabi

Teo e Kika

Prego e Sandra

Claudio e Vanessa

Marcia, Tita, Junior e Belinha

Pigas, Valéria, Bia, Ton e Amy

Drão, Rê, Alice, Drãozinho e Nalva

Lucas, Claudia, Gabizinho

Allan

 

C2, Sil e Marina

Daniel e Elaine

Edu, Claudia e Thaís

 

Ju, Léo e Dudu

Alemão, Tuca, Pepe e Celia

Pato, Ana e Lelê

João e Lígia

 

27 pagantes no sábado e 31 pagantes no domingo

Arrecadação R$ 1.160,00

Bingo R$ 20,00 – (15 cartelas valendo 15 prêmios)

Arrecadação bingo - R$ 330,00

Despesa com aluguel sítio – R$ 1.000,00

Saldo R$ 490,00 para engordar o caixa de ações do grupo.

 

 

Cheguei 21:00 horas no sítio, mas Téo, Serjão e Edu chegaram cedo, a tarde a galera foi chegando aos poucos e já decoraram todo o salão e churrasqueira.

 

Sr Hirome deixou uma imensa fogueira montada que foi acesa à noitinha, muitas folhas e gravetos finos, quando cheguei já havia acabado o fogo, mas pelas fotos vimos que foi muito linda.

 

Demorei pra chegar, pois participei do Jimny Day em Campos do Jordão, que foi muito bacana, deixei a galera lá e voltei correndo pra Sampa pra participar da nossa Festa Julina Cabeçúdica.

 

Ao chegar já estava tudo pronto, salão decorado, várias sopas quentinhas, mesa farta de comidinhas gostosinhas, churrasqueira na ativa, cervas, vinhos e refris deliciosos, essa galera sabe como animar uma festa.

 

Depois de muita conversa e muita risada resolvemos fazer o bingo. 15 brindes, 15 cartelas vendidas a R$ 20,00, Serjão e Pigas ficaram cantando as pedras e por várias vezes inverteram os números rsrsrs dois veinhos ceguetas rsrsrsrs.

 

Adele e Gabi bingavam toda hora, levaram quase todos os prêmios. Numa hora resolvi trocar minhas cartelas com as da Gabi e não é que a menina ainda levou mais dois prêmios! Rsrsrs

A Claudia tentou enganar marcando números não cantados rsrsrs.

Houve dois empates, um do Tita e Adele e adivinha quem levou o prêmio? Adele é claro e outro empate meu com a Van e novamente perdi rsrsrs.

Só sei que ganhei uma, Valéria uma, Bia uma, Edu uma, Elaine dois, Vanessa três, Adele dois e Gabi quatro prêmios. Pelo menos eu trouxe um prêmio teve gente mais pé frio que eu e não ganhou nada L kkkkkk

 

A noite estava gostosa não fez muito frio e nem precisamos acender a lareira.

 

Daniel e C2 resolveram ir embora, pois tinham compromisso no domingo e não poderiam ficar. Téo de Vitara com Prego de Zeca e Avilez com a nave foram escolta-los até a Imigrantes para não se perderem e correrem riscos.

 

Fomos dormir tarde depois da comilança e brincadeiras. As salas da casa estavam todas tomadas de colchões e colchonetes pelo chão e havia um quarto vago, resolvemos ficar nele, mesmo o Téo tendo alertado o Tita que havia uma aranha enorme lá, soube deste ocorrido somente depois kkk senão teria arrumado um cantinho qualquer na sala também rsrsrs.

 

Domingo de manhã “os de sempre” ficaram no zum zum logo cedo rsrsrs, levantamos e ajudamos a preparar a mesa do café, que foi deliciosa igualmente ao jantar, mesa farta e bem variada.

Aos poucos a galera vai levantando com cara de preguiça e sono típico de domingão. Como não consigo ficar parada resolvi fazer um rec da trilha da patroa 2014, Claudio nos acompanhou e trouxe o Téo de Zequinha.

 

A trilha ta bem sossegada, mas a mata ta bem fechada ocasionando riscos nas viaturas, não indicamos aos colegas sem jipes. Fizemos todo o trecho inclusive a subida de erosões, meu Gasparzim sambou um pouco, mas conseguiu superar os obstáculos. A Nave do Claudio vai “levitando” sossegada rsrsrsrs. Abortamos o buraco do Paixão, iríamos só lambuzar as viaturas de barro e não havia mais nada pela frente, demos meia volta, descemos as erosões e fizemos a trilha voltando, foi bem mais bacana.

 

Voltamos ao sítio e encontramos as famílias: Alemão e Tuca, Juliana e Leo e Pato e Ana juntamente com os filhotes e que estavam chegando pra passar o dia com a gente. Que alegria juntar os Cabeçudos e matar a saudades dos amigos distantes.

 

Delicia receber o Dudu nessa primeira festa do grupo. Delícia também receber os pequeninos Alice, Drãozinho, Thaís, Gabizinho e Lelê. Pena que nem todos puderam ir, mas logo juntaremos novamente a piazada rsrsrs

 

Os doguinhos Junior, Belinha, Amy e Zelda também são muito queridos, adoraram a bagunça, que bom poder juntar todos.

 

Alemão com Téo de Zeca foi estrear o Vitara com pneus carecas e ficou feliz da vida não enroscou em nada.

 

Como toda reunião off Road que se preza a churrasqueira não apagou rsrsrs, o churras começou cedo e foi até encerrarmos o evento, Joãoponeiz e Lígia chegaram a tempo do almoço.

 

Truco, conversas e piadas preencheram nosso tempo, apelidaram o Téo de CUoco rsrsrs perguntem a ele o porquê! kkkk Levantamos acampamento e encerramos a nossa Festa Julina Cabeçudica.

 

Não conseguimos juntar todos que queríamos, mas todos que participaram fizeram nosso dia muuuuuito feliz.

 

Parabéns Serjão e Adele que lideraram este evento, muito bom ter amigos para ajudar organizar e fazer as coisas acontecerem.

 

Como dizem que “igreja” não é o local onde rezam as missas e sim as pessoas que ocupam aquele espaço, podemos afirmar com certeza que a “festa” não foi o evento e sim a presença de cada um de vocês neste dia feliz.

 

Ano que vem tem mais sô!

 


 

 

Marcia Colevati

“A festa é julina e a amizade é eterna”.

SUZUKI JIMNY DAY – CAMPOS DO JORDÃO 18/07/15


Diário de Bordo

 

SUZUKI JIMNY DAY – CAMPOS DO JORDÃO 18/07/15

 

Campos do Jordão recebeu novamente o Suzuki Jimny Day.

 

O evento reuniu mais de 200 jimneiros, a cidade acostumada com grande público ficou linda com tantos Jimnys embelezando a paisagem.

 

O evento espera um numero grande de participantes e a galera da organização se desdobra pra atender todos, maior muvuca até liberar todos os participantes separados por grupos de cores variadas que seguem pelas lindas trilhas da região.

 

O locutor Marcelo Caiano já conhecido no evento alegra a moçada que em grande número esta aprendendo a lidar com seu fora de estrada e nem imagina o quanto é valente.

 

Meu Gasparzim liderou o grupo cinza – EXTREME, aproximadamente 20 veículos. Saímos em comboio pela cidade até atingirmos estrada de terra sentido Pedra do Baú.

 

A cidade é linda, paisagens maravilhosas, um sobe e desce morro com suas curvas sinuosas, uma delícia de passeio.

 

Nosso grupo já acostumado com o off Road vai bem tranquilo.

 

Chegamos ao neutral, um campo aberto no pé de um morro com uma subida em erosões pra divertir a galera. Vários grupos já estavam estacionados quando chegamos. Genildo me alerta que a subida é pra alegrar a galera e eu inicio a brincadeira rsrsrs. Gasparzim enrosca um pouco, fui cautelosa, Genildo me orientou a não abusar, pois há o risco de tombar pra traz e não é isso que queremos rsrsrs.

 

Enquanto eu subia a Dani ficou com os dogs Junior e Belinha no neutral e ouviu dois rapazes conversando:

- Acho que é uma mulher que ta subindo.

- Não é não.

- É sim, eu vi quando passou.

- Que nada.

Daniela diz:

- É mulher sim, é minha mãe!!!!

- Nooossa, corajosa heim, dê meus parabéns a ela! Kkkkk

 

A galera ficou tão encantada em ver a garra dos jimnys que se formou um imenso congestionamento na trilha. Demoramos um tempão pra juntar o grupo e terminar o percurso.

 

Chegamos a Vila Capivari e mal tinha lugar para estacionar, paramos bem longe e seguimos para o lounge da Suzuki em meio à multidão de jimneiros que estava encantada com o evento.

 

Banda Maravilhosa, Original 80 amigos do Pexe, puro Rock N Roll, animou a galera. Food Truck pra forrar o estômago com lanches deliciosos, inclusive vegano, tava showwwwww.

 

Até Wilson Fittipaldi Junior compareceu para abrilhantar o evento.

 

A Suzuki sempre nos surpreende e nesta etapa além de arrecadar cobertores para entidades sociais da região apoiou e arrecadou ração para a  MOVE INSTITUTE  ( uma organização sem fins lucrativos fundada em 2009 com o objetivo de atuar em diversas questões relacionadas à causa animal e em especial problemas do convívio como: venda, maus tratos, abandono, confinamento e exploração. O trabalho é focado na disseminação de informação, formação de opinião e na transformação de hábitos). ADOTAR E TUDO DE BOM e a Suzuki está sempre apoiando instituições que promovam o bem.

 

Não pudemos ficar até o final, outro evento muito importante nos aguardava em Sampa.

 

Show, evento “BOM PRA CACHORRO”, parabéns pra essa galera raçuda e maluca que consegue juntar tantos amantes do off Road numa cidade linda como Campos do Jordão. Ano que vem tamo junto de novo!!!

 


 

 

 

Marcia Colevati

“A vida é muito curta para dirigir carros sem graça” by SZK