Diário de Bordo
TRECKING PICO DO JARAGUÁ – 02/08/15
Tita, Marcia e Dani
Roberto e Claudia
Pico do Jaraguá
Ponto mais alto da
cidade de São Paulo, com 1.135 metros de altitude, o Pico do Jaraguá
proporciona ao visitante o mais incrível panorama da capital paulista (com uma
vista que alcança até 55 quilômetros).
Antigo palco de
guerras entre bandeirantes e índios, o local foi muito explorado por possuir
grande quantidade de ouro. Após o fim da mineração, com o esgotamento de todos
os recursos por volta do século XIX, tornou-se, segundo o missionário Daniel
Kidder, “um marco dos viajantes”, pois, de qualquer local, o Pico poderia ser
visto e, a partir daí, calculava-se a distância que faltava para se chegar à
São Paulo.
Em 1946, o Pico do
Jaraguá foi transformado em ponto turístico e alguns anos depois, em 1961, foi
criado o Parque Estadual do Jaraguá, para que os visitantes tivessem
acesso à parte histórica do local, como o casarão do bandeirante Afonso
Sardinha (mais antigo habitante do lugar).
O parque foi
tombado em 1983 pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico,
Arqueológico e Turístico (Condephaat) e em 1994 como Patrimônio da Humanidade,
pela Unesco.
Para os aventureiros e amantes da natureza, o acesso ao topo pode ser feito de duas formas: através de uma via asfaltada, a Estrada Turística do Jaraguá, que tem início no km 18 da rodovia Anhanguera (com extensão de 5.356 metros de comprimento) e, aos mais dispostos, através da Trilha do Pai Zé, numa caminhada de cerca de dois quilômetros.
Para os aventureiros e amantes da natureza, o acesso ao topo pode ser feito de duas formas: através de uma via asfaltada, a Estrada Turística do Jaraguá, que tem início no km 18 da rodovia Anhanguera (com extensão de 5.356 metros de comprimento) e, aos mais dispostos, através da Trilha do Pai Zé, numa caminhada de cerca de dois quilômetros.
Lá no alto há uma
grande antena de televisão, além de pequenas lanchonetes e estacionamento para
os veículos e, é claro, a melhor vista da cidade.
Há ainda outras duas trilhas, a Trilha da Bica e a Trilha do Silêncio (desenvolvida e instalada para passeios com grupos de terceira idade, e portadores de necessidades especiais).
Há ainda outras duas trilhas, a Trilha da Bica e a Trilha do Silêncio (desenvolvida e instalada para passeios com grupos de terceira idade, e portadores de necessidades especiais).
Como ainda não estamos na terceira idade (amém)
rsrsrs resolvemos seguir a trilha do Pai Zé (Roberto conta que Claudia Fez umas
macumbinhas para que casassem e Claudia afirma que desde então tenta devolver a macumba mas nao tem obtido sucesso
rsrsrs).
Iniciamos a trilha por volta das 10:30 horas, como
moramos na zona sul de Sampa sempre levamos duas horas pra chegar a qualquer
lugar rsrsrs. A ideia era treinar com mochilas pesadas, mas Dani recebeu orientação
de amigos para ter cuidado, pois há muito risco de assaltos na trilha, então
não levamos maquina fotográfica, relógio ou mochilas, gostei por causa de não
levar peso, mas falhou o treinamento L.
A trilha começa tranquila e o primeiro subidão
forca um pouco, depois a trilha vai serpenteando em meio à mata atlântica uma
delicia, depois temos um longo trecho de cerrado com sol escaldante e
neste trecho a trilha e bem íngreme. Chegamos ao topo ofegante.
Seguimos ate o mirante fizemos avistamento da
cidade, mais um dia lindo de sol onde podia se avistar longe, tomamos água e
descemos pelo asfalto. Fizemos os dois trechos em +- 1:40. Paramos na entrada
do parque e fizemos um lanchinho para recarregar as baterias rsrsrs.
O sol estava fritando, mas resolvemos voltar
pelo asfalto e descer a trilha ate o estacionamento. Juro que cansei rsrsrs.
Durante a subida pelo asfalto ouvimos barulho em algumas arvores a ao olhar
direito vimos macaquinhos, não sei se era Prego ou Bugio gritando e saltando
dos galhos, acho que estão acostumados e receber alimentos por isso ficaram nos
acompanhando pelas arvores.
Continuamos a subida e novamente fomos nos
refrescar ao chegar ao topo, deitei numa sombra e fiquei observando um quati
que também vem bem pertinho para receber alimentos, pratica proibida, mas acredito
que não e seguida, o que coloca em risco a vida destes pequenos animais.
Uma boa pausa e iniciamos a descida pela
trilha, que no começo e bem punk com degraus altos e pedras lisas, ótima para
nosso treinamento, assim que entramos na mata o clima fica fresco e a sombra
ajuda bastante.
Ainda na mata vários saguis vem bem pertinho
pra ganhar alimento, podíamos ter levado frutas, mas foi melhor não, quanto
mais longe ficarmos, melhor pra eles.
A ultima descida vai travando minhas pernas
rsrsrs, quase 14 kms num dia quente, eita que o bicho vai pegar no Monte
Roraima rsrsrsr
Encerramos o dia com churras no cafofo do
Roberto e Claudia, onde tivemos o prazer de conhecer as filhotas Bia e Smile.
Helio e Diego só digo uma coisa PERDERAM!!!!!!
FOTOS:
Marcia Colevati
“Toda grande caminhada começa com um simples passo” Buda
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