24/06/2015

SERRA DO JAPI – JUNDIAÍ 20/06/15

Diário de Bordo

SERRA DO JAPI – JUNDIAÍ 20/06/15

Participantes:
Vitara Chapolim – Tita, Marcia e Junior
Vitara – Zeca e Rodrigue
Jota Nave – Claudio
Jota Guaiamum – Daniel
JPX – Rener
Troller – Sidney, Enzo e Marcio
Troller – Pedrão e Ramon
Troller – Ramon e Fernando
Wrangler – Renato e Rafael


Ah minha Serra do Japi, quase acredito que o local é mágico, (https://helenicerodrigues.wordpress.com/2014/05/23/serra-do-japi-e-a-1a-vigilia-ufologica/).

Adoro estar lá, toda vez que ouço alguém dizendo querer fazer a trilha logo me manifesto, - Quero ir tbém rsrsrs.
Foi assim que fiz esta semana quando Claudio Avilez me chamou para ter algumas infos do local. De imediato ele me convidou, eu iria de Zeca, mas Tita conseguiu preparar Chapolim a tempo e nos reunimos ao grupo.

Avilez seguindo passos do Joãoponeiz, marca encontro as 7:00 hs da madruga no Frango Assado da Bandeirantes, aff esses caras não dormem kkk.

Comboio reunido e 9 viaturas seguem para Jundiaí onde mais 1 se juntou ao grupo. 10 viaturas, 4 Trollers, 3 JPX, 2 Vitaras e 1 Wrangler. Uma Toy Band ficou no posto, a info que tínhamos é que a trilha tava braba, colegas que a fizeram um mês antes não conseguiram concluir, achamos melhor a Band não arriscar.

Estrada de terra em ótimas condições melhor ate que muita rua asfaltada de Sampa.

Às 8:30hs iniciamos a trilha, pra quem ta acostumado, tem bloqueio, pneu e guincho a trilha é um passeinho bem xoxinho. Pra viatura original fica uma brincadeira deliciosa, torce pra lá, patina, torce pra cá, zueira geral, guincho e sobe as erosões.

A trilha consiste em duas subidas com erosões (que estão leves), dois pequenos atoleiros, num Claudio precisou usar guincho, pois a roda livre não funcionou, Wrangler passou limpando o bosteiro e os outros todos passaram por fora. Uma poça d’água bem sussa. Descida com erosões, subida de pedras e só. Mas o visual na mata é lindo, a pouca passagem de off  roaders faz com que a mata fique densa e quase feche a trilha.

As casinhas de madeira na beira do rio estão quase no chão e encobertas pela mata. A pontinha ta bem precária. A cachoeira lindinha e a passagem pelo rio bem tranquila.

Fizemos um lanche delicinha às margens do rio, apesar de só ter  homens além de mim, o lanche estava bem variado com tortas, pães recheados e frutas.

A pérola da trilha foi Zeca quem disparou kkkk. Pelo rádio ouço:
-Quem ta puxando o comboio é a Márcia? Com esse monte de marmanjos (16) uma mulher que puxa???
Kkkkkkk calma Zeca, não sou eu e sim o Tita kkkkkk, mas poderia ser, qual o “pobrema” heim??? Machista quase nada kkk

Trilha super curtinha, levinha e as 13:30 já estávamos fora.

Agostinho ficou brincando com o troller e Renato e Rafael com Wrangler pilhados querendo trilha, cogitou-se fazer a trilha voltando, cogitou-se ir fazer a trilha das águas, eu pensei em fazer o trecho da escadaria, subir e descer, afinal estavam todos com alvará, mas a volta pra casa ganhou kkkk

Ainda to pensando nos caras que não conseguiram concluir a trilha kkkkk não entendi. Kkkkk

Apesar de leve, passeio delícia em companhias mais que especiais, este sim é o espírito off Road, se divertir sem precisar provar nada.

Vlws Ratos 4x4, quando tiver mais pode me convidar que eu topo, se o Zeca deixar é claro kkkkk

Qto aos OVNIS numa trilha que precisamos pernoitar na serra, duas amigas que ficaram num engesa afastadas do grupo juram terem sentido a viatura levitar. Sandra e Rita nem sabiam destes relatos que vim saber só depois ao pesquisar.


Fotos:
Marcia Colevati
Será mesmo?



SZK OFF ROAD – 3ª ETAPA Tiradentes – MG 13/06/2015

Diário de Bordo

SZK OFF ROAD – 3ª ETAPA Tiradentes – MG 13/06/2015 

Participantes conhecidos:
Extreme
Marcia e Tita
Gaucho, Candido e Pedruca
Joao e Lucia
Luiz Rosenfeld - Tejada
Cesar  - Osmar
Oswaldo Marchetti e Israel
Thiago Tecolo e Edu
Carlão Tecolo e Betão 
Mogi – não foi ninguém

Graduados

Turismo

Turismo Light
Carol Placona e Fabrício
Ana e Carlos

Tiradentes – Mg foi palco da 3ª etapa do SZK Off Road 2015, cidade linda, tombada pelo IPHAN (Órgão do Ministério da Cultura que tem a missão de preservar o patrimônio cultural brasileiro.)
Arquitetura do século XVII preservada, artesanatos em madeira, pedra sabão, latão e prata. A culinária maravilhosa com seus doces de leite e amendoim, o feijão tropeiro, o tutu mineiro e o delicio queijo que não pode faltar numa mesa mineira, além é claro, da deliciosa pinguinha regional.
Deixa eu parar que já deu vontade de voltar lá rsrs.
Cheguei ao briefing de sexta a noite inspirada em Chiquinha do Chaves rsrsrs
"- Ai, Chaves. o que você tem de burro, você tem de burro!" kkkkk.
 Inventei de ir fantasiada de Penelope Charmosa numa prova e a galera já fica perguntando qual será a próxima fantasia eu me empolgo e o Tita paga o mico rsrsrsrs.
Genildo, Lionardo e Sato fizeram o levantamento do percurso. Alemão não pode participar, pois esta preparando o Jimny para o Sertoes, “Ah Sertões, sonho de todo off roader”. 
As provas pesadas de BH estavam assustando os competidores que ficavam com peninha de suas viaturas, eu mesma já estava pensando em um plano B para preservar meu Gasparzin.
No briefing tudo tranquilo, percurso sossegado sem grandes obstáculos, o local apesar de montanhoso não oferece circuito hard.
A recepção como sempre muito boa, delicinha, o espaço do evento também muito bonito e aconchegante.
A noite muito fria, a manhã nublada e o dia de sol, assim estava o dia da prova.
A largada se deu às 8:00hs, fiquei com numeral 205, Claiton 201, João Carlos 203, Cesar com 206, Luis 208 e Oswaldo 216, meus tempos não tem sido bons e estou indo para o fim da fila rsrsr.
A prova consistiu em 08 especiais, 1 especial aventura, 1 especial MotoCross, 2 bônus e 3 bônus extra (fotos), +- 45 km e 03:30 h de prova, super tranquilo.
As especiais foram basicamente com erosões, valas, costelas e mata, velocidade variando de 15 a 30 km/h.
Uma das especiais chamou – se Vaca, João Carlos ao executá-la encontrou duas vacas no caminho, foi tocando até elas conseguirem fugir pela cerca. Genildo contou que todos os dias durante o levantamento as primas estavam lá no mesmo lugar, fato que ocasionou o nome da especial rsrsrs.
A regularidade 2,5 km com médias variando de 18 a 27 km/h. Fomos melhores nesta etapa, conseguimos um Totem emprestado e aí a brincadeira ficou mais divertida.
Especial MotoCross, lombas, curvas e belos saltos numa velo de 30 km/h, animal pra quem conseguiu andar a 30 kkkkk, eu poupei meu Gasparzin, outros colegas nem tanto e várias suspas entortaram, ponta de  eixo e mais algumas coisitas foram pro saco, mas ofereceram lindos cliques ao Angelo Savastano, vlw cada entortada. Kkkk
A especial aventura foi slack line, uma cinta foi ancorada numa viatura e outra ponta na caixa d´água, a dificuldade era tanta que permitiu-se ao competidor equilibrar-se na cinta com uma pequena ajuda do colega e mesmo assim os tempos não foram tão bons kkkkk, eita baguio difícil sô.
Bônus foto – achei tranquilo, achamos as 3 fotos.
Bônus 1 – Erosão grande, duas valas em X, viatura entorta toda, mas passamos bem.
Bônus 2 – só com guincho, um charco piorado pela organização rsrsrs. O Tita avaliou e disse pra tentar passar por fora, na primeira saída o Gasparzin sentou, eu fiquei brava pedindo pro Tita correr e ele na santa paz kkkkk . Fizemos a prova em 10 minutos, tínhamos 20 pra concluir. Vi fotos depois que outros colegas tbem tentaram passar por fora, mas mesmo assim tiveram que usar o guincho, a organização caprichou na bagaça kkkk.
Concluímos a prova no tempo, mas na apuração levamos 3 penais de excesso de velo. Como todo mundo tá com tempos justinhos, temos que abusar um pouco pra tentar superar e nestas “tentadas” nos finamos rsrsrsr. Falei ao Luiz que o Tita fica mandando eu correr e que a culpa é dele kkkkk. Luiz disse que nas próximas etapas haverá punição pra quem reclamar do marido kkkk.
Os bastidores da organização estão sempre com surpresas. Meio ambiente pegando no pé , dono de fazenda negando passagem depois de tudo pronto, desatolando vaca rsrsrs.  Zuccato comentou que viram uma vaquinha atolada, avisaram o fazendeiro que alegou não ser dele e no dia seguinte ela ainda estava no mesmo lugar com só uma pata para fora da lama. Não pensaram duas vezes, colocaram a cinta nela e depois de longo esforço para não machucá-la livraram-na do enrosco, essa vaquinha não foi pro brejo rsrsrsrs. Quando dizem que trilheiro é tudo igual, que só destrói, com certeza não estão falando de suzukeiros!!!!! Parabéns galera, esta imagem é que temos que mostrar.
Almoço bão demais sô. Faltou uma pinguinha rsrsrs mas teve até “dosdeleite” delicioso.
Com uma hora de penal ficamos em “dezoitemo”, 1h e 24 min. O primeiro foi com 19:49 e o quinto 23:23, mesmo sem penal não conseguiríamos o quinto lugar, tô achando que vou ter que comprar um troféu este ano pra minha coleção viu kkkkk
A prova contou com 29 participantes e a final foi assim:
1º - Marcelo Mendes e Breno 19:49
2º - Cesar e Osmar  21:33
3º - Thiago e Edu – 22:29
4º - Fernando e Ze – 23:07
5º - Ewerton e Sandro – 23:23
8º - Claiton e Candido – 24:56
9º - Luiz e Tejada – 25:34
10º - JC e Lucia – 25:57
15º - Carlao e Betao – 47:32
18º - Marcia e Tita – 1:24:00 (24:00 sem penal ficaria em 6o)
21º - Oswaldo e Israel – 1:40:51 (teve penal tbem)
Não ganhei  troféu, mas ganhei meu fofoné rosa, vlws Marcelo Caiano. Eu e Lucia amamos nosso fofoné.
Fim de evento, mas não de diversão. Tiradentes estava em festa, festa de Santo Antônio com direito a show de jazz na praça e festival de vinho. Depois de um belo banho nos reunimos na praça da cidade e ficamos até “altas horas” beliscando, bebericando e papeando. Houve outras “trapaiadas” rsrsrs, mas nem os mais curiosos irão saber só quem foi, viu e se divertiu kkkkkkkk “nemes” povo INSANO? Kkkkk
Domingo de compras e volta pra casa, delícia de prova ainda mais que tivemos a presença de Josana, Julia e o lindo Bolota Almada.
Em setembro nos reuniremos no Rio de Janeiro, já vou começar a pensar na fantasia kkkkk
Parabéns SZK por mais esta etapa, as meninas já são profissionais em eventos. O Alemão precisa voltar, mas está muito bem assessorado pelos rapazes que não economizam para fazer cada evento melhor.
Fiz fotos e vídeos, mas preciso dar um jeito de esconder o som do vídeo, muita coisa censurada kkkkkk.
Fotos:

Marcia Colevati




03/06/2015

SZK OFF ROAD – 2ª ETAPA Pomerode – SC - 23/05/15.


Diário de Bordo

 
SZK OFF ROAD – 2ª ETAPA Pomerode – SC , 23/05/15.
 

Participantes conhecidos:

Extreme

Marcia e Tita

Gaucho, Lucas e Pedruca

Joao e Lucia

Luiz Rosenfeld

Lionardo

Cesar

Rodrigo

Mogi

Anderson

Bruno

Clovis

 

Graduados

 

Turismo

 

Turismo Light

Carol Placona e Fabrício

Ana e Carlos

 
A cidade escolhida para a segunda etapa foi Pomerode, a cidade mais alemã do Brasil. A arquitetura germânica Eixamel, restaurantes típicos e festas que celebram as tradições germânicas são preservadas.  Nas festas há competições entre os moradores, como chop em metro, disputa de serrar madeira, tiro ao alvo entre outros.


Com toda essa cultura germânica não perdi tempo, peguei uma roupa típica de festa alemã emprestada com minha amiga Eunice Flor e fiz questão de prestigiar esse povo que adorei conhecer numa viagem que fizemos anos atrás. O 7x1 nem nos entristece mais, afinal o esporte que nos alegra agora é o Off Road e a SZK nos presenteia com o rally e com a categoria EXTREME, é claro.
 

Pomerode esta a +- 600 kms de Sampa, resolvemos mandar as viaturas na carreta e seguimos de carona com os amigos João Carlos e Lucia, 08 hs de viagem e diversão, quando a companhia é boa nem percebemos o tempo de viagem e ao entardecer chegamos em nosso destino.

 

Chegamos ao briefing. Acho que distância assustou alguns competidores e tivemos aproximadamente 130 participantes, 21 na categoria extreme.

 

O trecho estaria bastante pesado, os últimos 15 dias foram de muita chuva e a região é bastante montanhosa e escorregadia, Genildo e Zuccato nos alertam do que iríamos enfrentar no dia seguinte.
 

Seguimos para o hotel afinal precisaríamos descansar muito para enfrentar os enroscos no dia seguinte.
 

O grande dia! Na pousada um delicioso café colonial para iniciar bem o dia, várias cucas, geleias, biscoitos, pães, frutas, sucos, iogurte, café, queijos, manteiga, requeijão e muuuito mais coisas, nem dá pra provar tudo L rsrsrs. A SZK tbém caprichou no café para os competidores.

 
Antes da largada o alvoroço de sempre, adesivar viaturas, preparar equipos, pegar ultimas infos e as 9:00hs começou a extreme.

 
Ordem de largada:

151 – Linardo

152 – Marcia e Tita

153 – Claiton, Lucas e Pedro

154 – Joao e Lucia

155 – Cesar e Erick

158 – Rodrigo Portugal

E assim seguiu ...

 

A etapa contou com 06 especiais + 01 especial regularidade + 01 especial aventura + 02 bônus e 03 bônus fotos.
 

Especial 1 BOKA – 12 minutos – velô 20km/h

Esta especial foi dentro do parque do evento, isso pegou todo mundo frio e alguns penais já foram distribuídas logo no início. No deslocamento erramos a entrada, carros mal estacionados atrapalharam os primeiros veículos na prova, mas corrigimos e fomos bem.

 

Especial 2 Ermitão – 15 minutos – 20 km/h

Lama, subidas lisas, degraus em pedra, bem curta e bem tranquila. Ermitão, pois há um morador no meio da mata que vive sozinho ha muitos anos, só fala alemão e os únicos companheiros são váaarios doguinhos, eu devia ter levado ração pros peludinhos.

 
Especial 3 Xuxu – 15 minutos – 15 km/h

Não sei porque xuxu kkkk, mas descidas lisas, muita lama e pirambas no final.

 

Especial 4 só de boa – 20 minutos – 15 km/h

Mesmo visu, descidas lisas e lama.

 

Especial 5 curral – 12 minutos – 15 km/h

Trecho bastante sinuoso, mata fechada, lama e escorrega ladeira abaixo rsrsrs
 

Especial 6 Ovo Dino – 20 minutos – 15 km/h

Trecho bastante montanhoso, algumas plantações e porteiras, numa delas um morador (acreditamos que enfurecido com o rally) fazia questão de fechar a porteira e enrolar bem forte o arame farpado. Aconteceu com o Li, depois comigo e com Claiton, isso nos fez perder alguns minutos preciosos.

 
Especial regularidade – 09 minutos – 3,6km

Esquecemos de zerar o hodômetro e nos perdemos num trecho, perdemos tempo tentando nos achar e isso nos deixou fora de qq resultado.

 
Deslocamento que seria a especial 8.

Uma longa descida lisa, a viatura engrenada gruda na lama, temos que acelerar pra ela sair na descida, mas a piramba do lado esquerdo faz o carro escorregar muito. Eu piloto gritando com Tita, uma hora peço pra ajudar, outra digo pra não falar nada, outra xingo todas as gerações do Genildo por ter incluído este trecho kkkk, ainda bem que o rastro não tem som, esgotei meu estoque de palavrões kkkkkk. O João Carlos desceu e não encontrou a referência, voltou sambando na subida pensando estar errado,  a viatura foi escorregando pra piramba, Lucia desceu do carro e alguns colegas chegaram e empurraram o samuka de volta pra pista, que meda!!!
 

Especial aventura;

(Schneidermüller (Serrador de Lenha): dois parceiros utilizam uma serra dupla para serrar o tronco de madeira).

Lembram das tradições da cidade? Então, a disputa de serrar madeira foi a escolhida para a prova, eu bem que queria o chop de metro kkkk mas escolheram uma serra e um tronco, aff quase morri, cada dupla tinha que tirar uma rodela do tronco, fizemos em 3,08 minutos, João e Lucia em 2,10, Claiton e Lucas em 1,75, Carlos e Celso em 1,28 e soube que teve um tempo menor ainda, credo esses caras são malucos kkkk.

 

Bônus 1  super tranquilo, um pequeno desvio no meio da mata com um degrau responsa pra voltar para a trilha.

 

Bônus 2, dentro do clube do evento, um atoleiro “apaixonado” que gruda a viatura e só deixa sair no guincho. Permitido somente às viaturas com guincho, eu fui a primeira a subir, foi bem tranquilo, mas com o passar das viaturas o atoleiro foi ficando pior, João e Lucia tiveram problemas com guincho e não pontuaram, outros colegas tbém não conseguiram transpor.

 

3 bônus fotos, encontramos todas mas João e Claiton faltaram 1 cada.
 

Enquanto a galera vai chegando saboreamos delicioso chop Schornstein, salsichon, repolho, joelho de porco huuuuummmmm estava delicioso o almoço. Meu caneco de

1 litro me deixou sonolenta não sei porque kkkkk. Muitos brindes com a galera, fiz novas amizades, decepcionei com o resultado kkkk e saímos antes das premiações para pegar encomendas de porcelanas antes da loja fechar.

 

Bonito pódio, foi justo, quem erra pouco pega o caneco!

1 – 24;07 - Fernando e Zé Oswaldo – SP

2 – 26;43 - Luiz Razia e Luiz F. Eckel -  Camboriu

3 – 27;06 - Li e Leo – Juiz de Fora

4 – 28;34 - Luiz Carlos e Ricardo – Juiz de Fora

5 – 29;28 - Ewerton e Sandro – Guarulhos

7 – 32;15 - João e Lúcia – SP

9 – 44;14 - claiton e Lucas e Pedruca – Cotia  (penal de 20, pegaria 2o)

12 – 54;07-Marcia e Tita – SP

13 – 55;18-Rodrigo Portugal e Raphael – SP

15 – 1;28;49-Luiz Rosenfeld e Daniel – SP

20 – 3;51;04-Cesar e Erick – SP  (quebrou barra direção)

 

Ah o Li ficou em 3º lugar, pois não tem guincho e não pode fazer um bônus L.
 

À noite saímos pra comemorar a vida, pois o pódio passou longe kkkk. Nos reunimos no Bar de fábrica Schornstein Kneipe, muito alegre, os 03 músicos deveriam ter juntos quase 300 anos kkkkk, deviam ter só 04 músicas no repertório, mas a galera da SZK chegou e esquentou o ambiente, acho que eles nunca tiveram clientes tão calientes kkkk, rimos muito com Janaina e Pexe esse cara é maluco, comemos bem e o chop estava D+.

 

Etapa show, organização top, golfinho no quarto da Lu e João inesquecíveis e:

- Ia - Ia - Ia - how!!!  


Fotos:


 

Márcia Colevati

“Rallye, Freunde gutes Essen und leckere hacken.”

Rally, amigos, boa comida e delicioso chop.

 

Passeio Serra do Mar – Estrada Velha de Santos 19/04/15


Diário de Bordo
 

Passeio Serra do Mar – Estrada Velha de Santos 19/04/15
 

Trecking

 
26 participantes.
 

3 – Teo, Kika e Alemão

4 – Daniel, Debs, André e Gi

5 – Tita, Marcia, Dani, Davi e Bel

3 – Nelson, Eliane e Gabi

2 – Pigas e Va

2 – Prego e Sandra

3 – Ana, Rafael e Gonzalo

4 – Rodrigo, Keila, Reinaldo e Marco

 
Guias – Beto e Gi

 
Há tempos tinha vontade de fazer este passeio, Teo pesquisou e marcou, mesmo que ninguém mais quisesse, iríamos só nós mesmos.

Do grupo Cabeçudos poucos aderiram, mas levei a família e alguns amigos da Dani do IPT e um grupo legal se formou.

Nos encontramos na entrada do parque as 9:00hs, um pequeno briefing e saímos para conhecer o percurso.

Um trajeto de 10km, com vários monumentos pelo caminho e paisagem maravilhosa. O dia nublado ajudou muuuuuito pois a galera com pouco preparo  iria sofrer rsrs.

Logo no início da caminhada Gabi e Bel já reclamavam estarem cansadas, isso que ainda estavamos descendo imaginem na volta subindo kkk. Descida tranquila, vários cliques fotográficos, muitas brincadeiras e logo chegamos à calçada do Lorena.

Descida íngreme com calçamento em pedras super lisas por conta do lodo verde. Os guias vão nos contando a história e rapidinho chegamos ao ponto final da descida.

Fizemos uma parada para o lanche e recarregamos as baterias para a subida.

A descida foi em comboio ouvindo histórias e orientações, a subida foi bem dispersa, cada um no seu tempo.

Eu subi papeando com Teo. Davi e Bel fizeram algumas paradas para respirar rsrsrs. Não avistamos animais, somente um belo pássaro colorido que até parecia embalsamado rsrsrs, todos paravam e fotografavam e ele lá só na dele.

Chegamos à sede cansados, mas alguns colegas chegaram acabados, camisas ensopadas, mas todos respirando e felizes kkkkkk.

Quatro horas com descida, paradas para apreciar os monumentos, lanche e subida. Passeio super tranquilo e delicinha, recomendo afinal contato com natureza, exercício físico e um pouco de história faz bem ao corpo e a alma.

De acordo com um comunicado no site este passeio está suspenso L.

Gostou? Conheça os monumentos e um pouco da história.

 

Casa de Visitas do Alto da Serra - bem tombado

Construída em 1926, era usada para hospedar visitantes que vinham conhecer as obras do Alto da Serra e da Usina de Cubatão, atual Henry Borden. Atualmente a casa é um centro de apoio ao visitante e abriga exposição sobre a Usina Henry Borden.

Pouso Paranapiacaba

Construção em alvenaria de pedra, tijolos e elementos de granito lavrado e circundado por varandas, integra-se completamente à paisagem. Como homenagem a era automobilística, possui painel de azulejos pintados, retratando mapa do Estado de São Paulo e as estradas existente na época. Era um antigo ponto de parada de carros durante a viagem entre Santos e São Paulo. Paranapiacaba, em tupi, significa "local de onde se vê o mar".

Ruínas do Pouso

Ruínas em alvenaria de pedra da casa que, supõe-se, abrigou funcionários e trabalhadores durante a construção dos Monumentos da Serra, no km 44,5 do "Caminhos do Mar".

Belvedere Circular

Situada no primeiro cruzamento da Calçada do Lorena com a estrada o Caminho do Mar, km 46, a construção em alvenaria de pedras e tijolos do Belvedere Circular, ou "Pouso Circular", era outro ponto de parada e mirante da paisagem local no trajeto da Serra.

Rancho da Maioridade

Ponto de descanso e reabastecimento durante a viagem entre São Paulo e Santos no km 47, seu nome é alusivo a Estrada da Maioridade, construída entre 1841 e 1846. Um painel de azulejos ilustra a subida da Serra por figuras políticas ilustres do século XIX.

Padrão do Lorena

Construído em homenagem a Bernardo José Maria de Lorena, governador-geral da extinta Capitania de São Paulo, no km 47,2. O memorial contempla um medalhão em azulejos retratando Bernardo de Lorena. Os painéis de azulejaria laterais ilustram cenas do século XVIII, como tropeiros e mulas carregando mercadorias.

Pontilhão da Raiz da Serra

Originalmente marcava o início da subida da Serra. Localizado no km 51, possui placa comemorativa sobre a finalização da pavimentação em concreto da estrada Caminho do Mar, em 1925, no governo de Carlos de Campos.

Cruzeiro Quinhentista

Marca a chegada do portugueses no litoral vicentino e as primeiras vias de ligação entre este e o planalto paulista.

 
A Calçada do Lorena é o primeiro caminho pavimentado que ligou São Paulo a Santos, construído a mando do então governador-geral da Capitania, Bernardo José Maria de Lorena.[1] O caminho se localiza na serra do Mar, no estado de São Paulo, Brasil.

 

História


Um dos chamados Caminhos do mar de São Paulo, foi aberto, ao final do século XVIII, em função das precárias condições do Caminho do Padre José de Anchieta, que inviabilizavam o transporte do açúcar e demais gêneros do planalto de Piratininga, pela serra do Mar, até ao porto de Santos, no litoral.

Desse modo, em 1790 iniciou-se uma nova via, calçada de pedras, por determinação do governador da capitania de São Paulo, Bernardo José Maria de Lorena. As obras ficaram a cargo do Brigadeiro João da Costa Ferreira, engenheiro da Real Academia Militar de Lisboa. Concluída em 1792, estendia-se por 50 km, reduzindo em cerca de 20% o percurso entre Santos e São Paulo de Piratininga.

É considerada uma das maiores obras da engenharia na colônia, à época, uma vez que transpor os mais de 700 metros de desnível representados pela serra do Mar, numa região de mata densa e altos índices pluviométricos, foi um desafio que, para ser vencido, exigiu de seus construtores a adoção de técnicas ainda inéditas na Capitania de São Paulo. A pedra foi utilizada na pavimentação, na construção de muros de arrimo e de proteção junto aos despenhadeiros e nos canais pluviais da Calçada. Nas curvas do trecho de serra, caixas de dissipação desviavam para fora da via as águas conduzidas pelos canais pluviais.

Menos íngreme, foi a primeira via a possibilitar o trânsito de tropas de muares, consumindo apenas dois dias na subida.

Uma das mais importantes viagens realizadas por essa via ocorreu em 1822, uma vez que por ela, o Príncipe-Regente D. Pedro subiu a serra em direção a São Paulo, vindo a proclamar, a 7 de setembro, a Independência do Brasil.

Os remanescentes da calçada encontram-se preservados e abertos à visitação turística no trecho que se estende do seu início, no planalto, até ao seu terceiro encontro com a Rodovia Caminho do Mar.

No governo de Washington Luís (1926-1930) foi recuperada a Estrada do Mar e construído o Belvedere e o Padrão do Lorena, em homenagem ao construtor da Calçada, que na época em que foi construída, era uma das mais modernas estradas do mundo.

 


Visite o site oficial do projeto: http://www.caminhosdomar.org.br/


Funcionamento: terça a domingo

Horário: ENTRADA às 9 horas (tolerância de entrada até às 9h30) e SAÍDA nos portais até as 16 horas. 

Agendamento de visita (obrigatório): Pelo telefone (13) 3372-3307 (13) 3372-3307 ou pelo e-mail caminhosdomar@caminhosdomar.org.br

ATENÇÃO: O atendimento pelo telefone é realizado de segunda a sexta, das 9 às 17 horas.

Acesso: Por São Bernardo do Campo - Rodovia SP-148, estrada Caminho do Mar, km 42

Por Cubatão - Rodovia SP-148, estrada Caminho do Mar, km 51, junto à Refinaria Presidente Bernardes. 

Recomendações: usar roupas e calçados confortáveis, repelente e boné, protetor solar, capa de chuva, saquinho para lixo. Levar lanches e água. Proibida a entrada de animais domésticos, bicicletas, skate, motos e rolimã. Proibido o consumo de bebidas alcoólicas.

Idealização: EMAE - Empresa Metropolitana de Águas e Energia

Gestão: Fundação Energia e Saneamento

Interveniência:  Departamento de Estradas de Rodagem (DER)

COMUNICADO

Em  02/12/2013, a  Fundação Energia e Saneamento formalizou, com a Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A. - EMAE, um Termo de Cooperação Técnico Operacional para conservação e operação do projeto Ecoturismo Caminhos do Mar, promovendo as atividades de visitação pública, educação e sensibilização ambiental.

Considerando que esta parceria não será renovada, nossa instituição ficará responsável pela gestão do empreendimento até o dia 28/06/2015.

Os agendamentos para visitas monitoradas de escolas, público em geral e outras atividades relacionadas a partir do mês de julho/2015, e que teriam início em 01/06/2015, ficam suspensos por prazo indeterminado.

Assim que recebermos informações do novo gestor do empreendimento, as disponibilizaremos no site oficial do projeto (www.caminhosdomar.org.br) e nas redes sociais (https://www.facebook.com/ecoturismocaminhosdomar).

Agradecemos a todos que nos privilegiaram com a sua visita, e pelo apoio e confiança em nosso trabalho.

São Paulo, 29 de maio de 2015.

Fundação Energia e Saneamento

Fontes:




 

Fotos Marcia:

 

Márcia Colevati