24/11/2011

Diário de bordo - 23\11\11

Diario de bordo
23\11\11 – Ceres GO x Home SP
Acordamos cedo e ao verificar água e óleo notamos que havíamos perdido a tampa 710 rsrsrs, a tampa do óleo sumiu. No dia 21 o Edu foi ao posto fazer a troca do óleo e o frentista disse que a noite não dava era para voltar no outro dia, o Edu pediu e eles deixaram que ele mesmo fizesse a troca e ele deve ter esquecido de “acochar” a tampa e a perdemos pelo caminho.
Edu McGiver improvisou uma tampa e conseguimos chegar até em casa.
Saímos 7:00hs de Ceres GO – KM 189398
9:50hs – Goiânia
13:02 – passamos Rio Paranaíba e entramos em território mineiro
14:45 – Berlândia
15:45 – Beraba
16:30 – Igarapava, território paulista
19:23 – Rod. Bandeirantes
21:46 – Marginal Tietê
22:20 – Chegamos em casa – Km 190455
1.057 km rodados em 15 horas, média de 70p/h, muito bom pra quem está sem turbina com a jaca lotada até a tampa rsrsrsrs.
Falei com Gaspar a noite e ele também perdeu a tampa 710 rsrsrs, voltaram até Carolina para comprar outra e isso atrasou a viagem. Eles dormiram em Paraíso do Tocantins e a esta hora estão na estrada. Ficamos na torcida para que cheguem bem e possamos brindar mais essa carimbada em nossos passaportes offroaders.

Eles chegando marcamos a data para nos reunirmos e comemorar juntos com vcs.

22/11/2011

Diário de bordo - 22\11\11

Diário de bordo

22-11-11 - Carolina MA x Ceres GO

Saimos do hotel às 7:00hs e às 7:30hs cruzamos o Rio Tocantins de balsa e entramos em Filadelfia TO, seguimos até Bielândia rsrsrsrs e em Colinas pegamos a BR 153 às 10 horas.
Às 17:30 entramos em Goiás e às 21:30 paramos para dormir em Ceres que fica a 190 km de Goiânia.
Se tudo correr bem amanhã dormirei em minha caminha, ai que saudade da minha Dani, Juninho, Pri...

Falei com gaspar agora a noite que contou que Pedra Caida é fantástica, cachoeiras lindas. Amanhã eles tbém pegam estrada.

Recomendo o hotel Don Antonio - Pça João Pedrosa - Centro - Ceres GO (www.donantoniohotel.com.br)

21/11/2011

Diário de bordo - 21\11\11

Diario de bordo
21\11\11 – Carolina MA (chapada das Mesas)
Hoje passamos o dia no Parque Riachão que fica a 130 km de Carolina, resolvemos visita-lo pois o guia José Carlos disse ser o passeio mais bonito da região e como vamos embora amanhã seria melhor fazermos esse.
Pegamos a BR 230, sim, ela mesma a Transamazônica de novo rsrsrs e seguimos até a vila Riachão. Seguimos por um bom trecho em estrada de terra passando por campos ora pasto, ora restinga. Por aqui os pequizeiros estão carregados de frutos e as mangueiras também, muita manga e pequi pelas estradas.
Chegamos ao parque por volta do meio dia, encomendamos o almoço num restaurante que atende o parque e seguimos para o Encanto Azul, rodamos seis km de carro e mais 400 mts a pé.
Na trilha a pé vamos passando por meio da mata seca, espinhenta mas com flores brotando do chão seco e arenoso. A trilha vai descendo até chegar num canion, um rasgo na terra e em seu interior a agua vai escorrendo por suas paredes imensas, uma água cristalina vai correndo por entre pedras e chegamos ao lindo e azul poço com mais ou menos 4 mts de profundidade, parece ser um fundo de caverna. Qdo o sol bate em suas águas o azul floresce e ficamos embasbacados com tanta beleza. A água é cristalina pois ele só é alimentado por mina de água, de um lado nasce água gelada e de outro brota água morna de entre as pedras, deve ter algum minério para a água ficar desta cor. Ficamos nadando neste poço um bom tempo e voltamos para almoçar.
Fizemos um big almoço e seguimos a trilha para as cachoeiras que ficam ao lado do restaurante. Primeiro a Cachoeira Sta Paula, depois a Dona Luiza, depois a Santa Bárbara com 40 mts de queda e depois o Poço Azul, pena que com as chuvas que tem caído por aqui esse complexo esta com as águas encardidas, barrentas e não pudemos brincar em suas águas. Este local também é um canion, a trilha é bem íngreme até chegarmos ao seu fundo. Realmente é um lugar muito bonito. O local está em área particular e é cobrado uma taxa de R$ 10,00 por pessoa a título de taxa ambiental para que se de uma boa estrutura aos visitantes.
Amanhã cedo nós vamos começar a volta para casa, mas Possato, Gaspar, Xicão e Pepa irão visitar o complexo turístico Pedra Caída que fica no Parque Chapada das Mesas e só seguirão viagem na quarta-feira. Iremos primeiro por causa do carro lento e queremos voltar com calma.
Aqui acaba minha expedição, foram 15 dias maravilhosos ao lado de pessoas muito queridas, teremos muita história pra contar, nos aguardem.

Minha câmera parou de funcionar, assim que tiver as fotos dos colegas posto mais.
21\11\11 – Carolina MA (chapada das Mesas)

Diário de bordo - 20\11\11

Diario de bordo
20\11\11 –Barreirinhas MA – Carolina MA (chapada das Mesas)
Saímos 7:30hs da pousada, viemos na frente do Gaspar e Possato, nossa viatura está mais lenta por causa da falta da turbina.
Pegamos novamente o trecho lento cheio de lombadas e vilazinhas da ida (MA 225), mesmo sendo domingo o trânsito estava carregado. Fizemos o mesmo trecho até Itapecuro BR 135, descemos até Presidente Dutra e pegamos a BR 226 até Tocantinópolis, seguimos pela BR 010 que é a mesma BR 230 até Carolina-MA.
Em alguns pontos conseguimos alcance pelo rádio de até 20 km. A paisagem do percurso e praticamente pasto e serrado. Passamos por um longo trecho de área indígena, várias aldeias e as índias e crianças ficam na beira da rodovia com cordinhas (tipo pedágio) esperando alguma doação, tem também muitas barracas com artesanato indígena para venda.
Os meninos nos alcançaram em Tocantinópolis, faltando +- 100 km para chegarmos, viemos juntos e finalizamos os 980 kms do dia num lanchinho na pracinha da cidade.
Amanhã iremos visitar o Parque Nacional da Chapada das Mesas.
20\11\11 –Barreirinhas MA – Carolina MA (chapada das Mesas)

19/11/2011

Diário de bordo - 19\11\11

Diário de bordo
19\11\11 –Barreirinhas-MA (Lençóis Maranhenses)

Hoje me zuaram um montão dizendo que não deixei o Tita brincar no quadri, então vou entregar todo mundo rsrsrsrsrsrs.
Ontem o Du levou a maior comida do guia pois ficou dando rodela na areia (traduzindo, fazendo zerinho) kkkkkkkkkkkkkkkkk
Pepa todo empolgado foi ejetado do quadri quando tentava dar uma rodela na praia, kkk, levou o maior rola, o quadri saiu pra um lado e ele saiu pro outro, deu uma pirueta e saiu correndo atrás da bagaça, subiu, sentou e fingiu que nada tinha acontecido, mas ...., o Du e o Gaspar viram e contaram pra gente kkkkk.
O Possatinho, menino bom, quietinho e tra-la-la, ficou com bolha no dedo de tanto acelerar a bagaça, também levou uma comida do guia, pois em certo momento pegou o quadri e entrou no mar, de longe só víamos a criança com sorriso de orelha a orelha empinado o quadri que parecia um cavalo bravo dentro das poças de água do mar. Chegou perto da gente encharcado e dizendo que foi parar lá sem querer. Tá bom que acreditamos. Kkkkkk
Gaspar também levou puxão de orelha. Apesar de saber que “não pode” entrar nas águas salgadas, foi lá brincar bem na beirinha deixando o guia muito bravo ao ponto de não falar mais com ele, nem quis pegar sua máquina fotográfica para fazer nossa foto.
Xicão macaco velho, ao ver todo mundo levando chibatada ficou no fim da fila com o Du só arregaçando e fingindo de bom moço quando o guia olhava. Kkkk
O Tita não levou comida do guia, mas fiquei com chicotinho o tempo todo, afinal ele era meu piloto e tem que ser do meu jeito, por isso a zoação total hoje!!!
O guia era muito chato, mas quem aguenta esse bando de malucos? Kkkkk
Começando o dia de hoje.
Após o café, esvaziamos as viaturas. Credo qta tralha rsrsrsrs, deixamos tudo no quarto e seguimos para Atins.
Ontem ao passar pelas vilas no meio do areião as crianças vinham nos dar tchau, sorrisos no rosto e pé no chão, casebres humildes e felicidade estampada ao nos ver passar. Às vezes o que gastamos num dia brincando, eles não tenham para se alimentar no mês. Isso sempre mexe comigo e ao desmontar as malas do carro peguei a minha caixa de alimentos, juntei com a do Gaspar e fizemos 04 cestas de mantimentos. Gaspar e Xicão pegaram algumas roupas e também colocaram para doar ao saber que a casa de um senhor que mora na vila havia pegado fogo ontem o deixando com mulher e 03filhos sem teto e sem nada, pois as chamas acabaram com toda uma vida de trabalho. Antes de seguir para a trilha passamos na casa dessa família que está acomodada nos fundos de sua antiga casa e deixamos os donativos, estão também recebendo ajuda de muitas pessoas na vila, pois sabem do sufoco que estão passando.
Novamente pegamos a trilha dentro do Parque Nacional do Lençóis Maranhenses, areia total e até pegarmos as manhas de pilotar na areia sofremos um pouquinho. Depois de murchar um pouco mais os pneus a coisa rodou legal. Eu parecia uma pipoca no banco de trás rsrsrs. Trilha sinuosa com facões e a viatura acelerada, afe quase devolvo o café da manhã rsrsrsrs.
As 03 viaturas se comportaram muito bem, não tivemos problemas e quase não fizemos fotos, mal conseguíamos ficar sentados rsrsrs.
No caminho distribuímos as outras 03 cestas de alimentos e se tivéssemos como, teríamos distribuído muito mais, oh lugar difícil e necessitado. A maioria desse pessoal vive da pesca e do artesanato então o rendimento mal dá para se alimentarem. E como dizem, não irei consertar o mundo mas consegui aliviar por um dia o sofrimento de alguém e para esse alguém fez diferença o nosso pequeno esforço, então já valeu.





















Passamos por Mandacarú onde tem o farol Preguiças, subimos os 160 degraus que levam ao topo do farol a 35mts de altura e pudemos avistar as dunas, o Rio Preguiças e o mar.
Seguimos viagem e chegamos em Atins, fomos almoçar num restaurante bem pacato, mas com um atendimento excelente. Camarão, peixinho e até caldo de peixe o Pepa e o Xicão tomaram. Eu até insisti pro Possato comer também, mas ele não topou rsrsrsrs.
Após o almoço dormimos na rede com ventinho do mar, eita vidão bão!!!
Na volta pegamos um pedacinho de duna e seguimos pela trilha sinuosa até a cidade novamente. Comprinhas de artesanato pra guardar de lembrança e também pra ajudar esse povo que depende do turismo, artesanato e pesca, suas únicas atividades por aqui.
Pepa fez aniversário esta semana e no jantar de hoje aproveitamos para cumprimenta-lo, ficou todo feliz. Mas vemos em seus olhos que estaria muito mais feliz se a Márcia sua esposa e seus filhos estivessem aqui tmbém.
Infelizmente nossa passagem por aqui acabou, amanhã pegamos estrada bem cedo, seguiremos para a Chapada das Mesas. Lá vamos nós brigar com a Hilux sem turbina, de novo rsrsrs.
Tenho estado muuuuuuuuuuuuuuuuito ocupada por isso não consegui mandar mais fotos rsrsrsrs, vou ver se consigo preparar amanhã durante o dia na estrada e subo pro picasa à noite.

19\11\11 –Barreirinhas MA (Lençóis Maranhenses)

18/11/2011

Diário de bordo - 18\11\11

Diario de bordo
18\11\11 – Barreirinhas-MA (Lençóis Maranhenses)


Que delícia acordar em Barreirinhas. Pousada hiper gostosa (Pousada do Rio), café da manhã delicioso e pessoal atencioso.
Hoje o passeio é com quadriciclos, iremos até o Caburé pilotando pelas dunas. É um passeio caro, cada quadri custa R$ 270,00 a diária, mas vale cada centavo. Alugamos 06 brinquedos e nos acompanhou 02 casais mais o guia, 09 quadris zuando as areias dos Lençóis.
Pra chegar às dunas, passamos por uma trilha bem detonada. O Edu, o Gaspar, o Xicão e o Pepa, já acostumados com o brinquedo, andam arregaçando a bagaça. Vão fazendo um zigue-zague e jogando areia para os ares. O guia preocupado com os quadris, fica pedindo cuidado aos meninos que vão para o fim da fila para não serem pegos fazendo “arte” rsrsrsrs.
Da trilha, pegamos as dunas e pilotamos durante umas 3hs. No meio das dunas encontramos muitos jegues, cabritas e vacas pastando uma graminha que mal conseguimos ver. Dá peninha dos animais que já devem ter se acostumado com este cenário.
Chegamos ao Caburé no encontro das águas do Rio Preguiças com o mar. Faz um calor intenso e sol forte e temos areia até no pensamento rsrsrsrs. Fizemos um big almoço e voltamos, primeiro correndo nas areias à beira mar e depois pegando as dunas até chegar à cidade.
Amanhã iremos fazer uma trilha com nossas viaturas.

18-11 - Barreirinhas

Diário de bordo - 17\11\11

Diário de bordo
17\11\11 – Santa Inez-MA x Barreirinhas-MA (Lençóis Maranhenses)

Às 8:30hs conseguimos sair do hotel, a meta era fazer em 6hs o percurso até Barreirinhas.
Este trecho é bem lento, temos que passar por várias vilazinhas à beira da rodovia. Muitas taperas estão sendo trocadas por casinhas de alvenaria. Que bom, o bicho barbeiro que causa a doença de chagas é bem preocupante nesta região.
Começaram a aparecer placas indicando São Luiz e Barreirinhas. o Gaspar ligou avisando que temos passeio marcado para às 14hs, então judiamos da hilux sem turbina rsrsrs, e conseguimos chegar às 13:30hs. Ducha, almoço que já estava sendo preparado a pedido do Gaspar e saímos com a galera numa Toy band para fazer o passeio e caminhada nas dunas.
Nesta época as lagoas estão bem secas, visu totalmente diferente de abril de 2009 quando estive aqui. As dunas continuam maravilhosas, mas confesso que fiquei um pouquinho decepcionada.
Banho nas lagoas, pôr do sol nas dunas e muita brincadeira.
A cidade continua coalhada de Toyotas, todo transporte daqui é feito em toys.
Jantamos à beira do Rio Preguiças e cama. Tô moída! Preciso de férias pra descansar rsrsrsrs.

17\11\11 – Santa Inez MA x Barreirinhas MA (Lençóis Maranhenses)

16/11/2011

Diário de bordo - 16\11\11

Diário de bordo
16\11\11 – Novo Repartimento-PA x Santa Inez-MA

Saímos às 7:40hs do hotel em Novo Repartimento, rodamos +/- 150km e chegamos ao asfalto. No trecho de terra pegamos ainda um longo trecho de mata preservada, é a reserva indígena Parakanã.
Rodamos tranquilos e passamos por Marabá às 10:30hs da manhã. Conhecemos os dois rios Araguaia e Tocantins (em Marabá), eita terra maravilhosa cheio de rios!
No trecho de Açailândia pra frente tá super complicado, as obras de asfaltamento da rodovia atrasa muito o percurso. Há obras, caminhões, tratores, desvios, terra fofa e muito trafego de veículos o que nos fez rodar entre 40 e 60km/h.
Conseguimos contato com Gaspar que nos informou que estavam bem e tentando chegar em Barreirinhas ainda hoje.
Hoje pegamos 3 rodovias, a BR 230 até Marabá, a BR 222 até D. Eliseu, a BR 010 até Açailândia e novamente a BR 222 por onde seguimos até perto de S. Luiz - MA.
Chegamos em Santa Inez – MA às 20hs e nossos amigos já estão tomando uma cerva em Barreirinhas, YESSSSSSSSSSSS!
A nossa Transamazônica terminou hoje às 10:30hs em Marabá mas a expedição continua, Lençois Maranhenses que nos aguardem pois estamos chegando!!!

16\11\11 –Novo Repartimento PA x Santa Inez MA

Diário de bordo 15\11\11

Diário de bordo
15\11\11 – Altamira x Novo Repartimento

Depois de vários estudos, rsrs, resolveu-se que o melhor é tirar a turbina, vai ser mais rápido e menos trabalhoso. O Edu e o Tita levantaram cedo e foram pra oficina fazer o trabalho, pois o mecânico que fez o serviço de tirar e remontar a turbina, ontem, fez um trabalho muito porco e não passou pelo controle de qualidade do Edu.
Fiquei no hotel arrumando as fotos e os álbuns. Minhas fotos estão numa resolução muito alta para ficarem boas, ai não consigo fazer nada com elas, por isso o problema em subi-las no Picasa. Agora tenho que diminuí-las uma a uma pra conseguir mexer com elas.
O Gaspar ligou e falou com o Tita, estão todos bem e nos dando informações da estrada para que possamos fazer o melhor caminho.
Após o Tita e o Edu terminarem o serviço na Hilux, almoçamos e pegamos estrada às 13:oohs.
A BR 230 está toda em obra. Há muitos caminhões e tratores, desvios na rodovia, o trecho está bem ruim pra trafegar. Às 13:50h, após 60km , atravessamos o Rio Xingu de balsa.
O dia tá punk: pra começar tem o problema na turbina; corremos para tentar compensar o atraso, mas no meio do caminho tinha uma boiada atravessando a pista, ai...relaxa! rsrsrsrs; continuando, encontramos uma família de porquinhos se banhando numa poça de lama na beira da Transamazônica, quem aguenta? rsrsrs. Paramos, filmamos, fotografamos e fiquei babando vendo a alegria da porcalhada. Que porcaria!!! Rsrsrsrs; numa das subidas soltou o cabo do acelerador, paramos e apertamos os parafusos; por fim levamos uma pedrada no farol dianteiro direito. O vidro foi destruído, fez um furo, mas “ainda” não caiu rsrsrsrs. Acho que preciso de um banho de sal grosso rsrsrsrs.
Passamos por Anapu, Pacajá, Maracajá e chegamos em Novo Repartimento às 19:00hs. Acabou o visu de mata, agora é tudo zona urbana.
Consegui contato com Gaspar eles estão em Açailândia, amanhã acredito que eles conseguem chegar em Barreirinhas no Maranhão.
Nós iremos sair cedo e ver onde conseguimos chegar, a Hilux sem turbina tá xoxa, xoxa rsrsrs, nas subidas da dó rsrsrs, logo pegaremos asfalto e aí ela melhorará um pouquinho.
15\11\11 – Altamira x Novo Repartimento

14/11/2011

Diário de bordo - 14\11\11

Diario de bordo
14\11\11 –Medicilândia x Altamira

Choveu a noite toda e ainda acordamos com chuva. Pegamos a Transamazônica melequenta rsrsrs. Continuamos com o sobe e desce de morro, terra vermelha grudenta e muitos veículos pelo caminho.
Devido à chuva, a rodovia está muito lisa e diminuímos bastante a velocidade. Nas subidas os veículos vão sambando e tem-se que esperar um subir pra depois vir o outro e ainda intercalar com os que querem descer, pois as bagaças rsrsrs sobem e descem de ladinho, rsrs. Os caminhões e ônibus pegam velocidade na descida pra ter força na subida e sai quem tá na frente, rsrsrsrs.
Nosso grupo ta super tranquilo, preservando as viaturas, viajando com cuidado dobrado e acima de tudo muito divertido.
A Hilux acordou fumaçando por causa do problema da turbina, mas assim que aqueceu o motor parou de soltar fumaça branca, mas a sirene continua e nossa meta é chegar em Altamira numa oficina indicado pelo dono do hotel.
Rodamos 50km em terra e chegamos ao asfalto, rodamos mais e chegamos em Altamira.
Chegando na cidade o asfalto acaba, a cidade é toda em ruas de terra, com muitas lojas, pequenos hotéis, comércios e gente e carros e motos e bikes e gente e ... afe!!!
Chegamos à oficina, desmonta, analisa, remonta e nada, tem-se que trocar a turbina. Conseguimos uma usada e teremos que fazer algumas adaptações. Como já eram 16hs decidimos que Possato e Gaspar junto com seus valentes zequinhas Pepa e Xicão rsrsrs, deveriam continuar a viagem e assim que resolvermos o problema da turbina seguiremos para encontrá-los.
Se tudo correr bem, amanhã no começo da tarde seguiremos a viagem.
14\11\11 –Medicilândia x Altamira

Diário de bordo - 13\11\11

Diario de bordo
13\11\11 – Alter do Chão x Santarém x Medicilândia

Saímos à noite pra comer um lanche. A praça é o único lugar que tem internet e é grátis. Senta na praça e conecta, o problema é a velocidade e o número de gente conectada. Tentei fazer os álbuns de fotos no Picasa e por duas vezes perdi tudo na travada da net, fui dormir brava, rsrsrsrs.
A noite caiu a maior chuva com direito a trovões e tudo. O Gaspar e o Pepa saíram pra tomar café com as tolhas na cabeça para não se molharem, rsrsrs.
Fechamos a conta e saímos. Seguimos para Santarém, 10 minutos depois o Gaspar avisa pelo rádio que a luz do óleo tá acendendo. Pára todo mundo debaixo de chuva e ficam 6marmanjos olhando e palpitando dentro do motor da XT. Ao completar o óleo, a vedação do frasco de óleo caiu dentro da tampa da válvula. Ai desmonta tudo para tirar a vedação e lá se vão 40 minutos parados debaixo de chuva. Em Santarém seguimos até as margens do Rio Tapajós no encontro com o Rio Amazonas, mistura de águas claras com barrentas. Neste trecho o rio deve ter uns 5km de largura, suas margens são cheias de barcos e a cidade é cheia de urubus vira-latas, rsrsrsrs, os pássaros ficam perambulando pela cidade revirando as latas de lixo.
Seguimos viagem e com 100km rodados, ao meio dia, pegamos mais uma balsa.
Estamos rodando na PA 360 para cortar caminho. A outra opção seria voltar pela BR 163até Rurópolis e de lá seguir pela BR 230 até Altamira. Economizamos +/- 70km.
A rodovia é fantástica, todos a quem pedimos informações disseram que não passa, que está cheia de erosões e muitos caminhões de madeira pelo caminho e se chover então ninguém sai. Adivinha?! Fomos por ela é claro! rsrsrsrssr
Realmente tem trechos bem precários, vários pontos com aborto do aborto do aborto, rsrsrsrs, até parece a trilha do Pinheirinho com tantos abortos rsrsrs, mas como está seco passamos tranquilos. A mata, às margens da rodovia, está bem preservada embora haja muitas trilhas saindo para dentro da mata e provavelmente seja de lá que saiam tantos caminhões carregados com madeira. As árvores gigantes na beira da rodovia deixam nossas viaturas minúsculas neste mundo verde e maravilhoso. Depois de umas escorregadas no barro branco da rodovia, surgiu mais um problema...a turbina da Hilux (de novo a Hilux!) começou a fazer um barulho tipo sirene de ambulância, mexe daqui e dali, fecha tudo e resolvemos seguir com cuidado até Uruará ver se conseguimos algo pra consertar. No caminho o Edu comentou que pode ser a válvula reguladora de pressão, mas pensa em uma cidade sem CPF!, kkkkkkkkkkkkk, essa é do Xicão. Em Uruará não tem nada, nem peça, nem mecânico, nem lanche, nem almoço e quase não dão informação kkkk. Domingo tudo é fechado. O que tem demais lá são farmácias, contamos umas dez num pequeno trecho que passamos. Vou pesquisar e tentar descobrir pq tem tantas farmácias aqui nesta cidade.
Em Uruará pegamos novamente a BR 230 e continuamos nosso caminho como está seco e quente a poeira levanta. Sobe e desce morros e nas baixadas as pontes de madeira nos igarapés já são nossas conhecidas.
Aqui há muitas motos e caminhões transitando pela BR.
Céu começa a escurecer prometendo chuva, o adiantado da hora e o problema na Hilux nos fez parar em Medicilândia para pernoitar e seguiremos pela manhã até Altamira.
Saímos de Alter embaixo de chuva e vamos dormir com chuva, isto é a Amazônia, quando não chove todo dia, chove o dia todo rsrsrs
13\11\11 – Alter do Chão x Santarém x Medicilândia

12/11/2011

Diário de bordo 12\11\11

Diário de bordo
12\11\11 – Alter do Chão

Ufa! Que delícia de noite bem dormida. Estamos em Alter do Chão, um paraíso às margens do Rio Tapajós. Estamos hospedados bem pertinho do rio e após o café saímos para conhecer este paraíso. Após um passeio pela orla, alugamos um barco (rabeta) e saímos navegando pelo rio. Águas claras, sol quente, cervas geladas, muita conversa e piadas do Xicão e muitas fotos é claro.
Fizemos uma parada na Ponta do Cururu para um banho de rio em águas quentinhas e seguimos para a Ponta da Pedra para o almoço. Neste finde está acontecendo o festival do Charutinho, um peixinho menor que sardinha que é feito bem frito quase torrado. Almoçamos tucunaré e ficamos apreciando a paisagem magnifica deste paraíso.
Na volta fizemos outra parada no cururu para aproveitar o pôr do sol e ver os botos cor de rosa que ficam passeando neste canto de águas quentes, claras e calmas.
Eita que vida difícil aqui às margens do Tapajós! rsrsrsrsrs

12\11\11 – Alter do Chão

Diario de bordo 11\11\11

Diário de bordo
11\11\11 – Itaituba-PA x Fordlândia x Alter do Chão

Ficamos no melhor hotel da viagem até aqui, Hotel Apiacás, depois do super café da manhã saímos para pegar a balsa e atravessar o Rio Tapajós, quase 3km de extenção, lindo!!!
Saindo da balsa chegamos a uma vilazinha bem precária, ruas de terra, cães magrinhos e muita gente na rua.
Choveu muito à noite e a terra estava bem molhada e escorregadia, rodamos uns 30 km e pegamos o entroncamento com a 163.
A rodovia parece um tobogã, as obras estão a todo vapor, caminhões e tratores por todo o lado. Por causa da chuva a rodovia virou um sabão, as viaturas vão andando de lado e a velo não passa de 30km/h. No baixadão tem que pegar embalo pro subidão, afe, a viatura vai sambando.
Num subidão havia um caminhão baú volvo patinando tentando subir, paramos do lado e perguntamos ao motorista se precisava de uma forcinha, o que foi aceito na hora. Yesssss vamos puxar um caminhão e não era de madeira viu Joãoponeiz! rsrsrsrsrs
Alinhamos as 3 viaturas, mas resolvemos colocar a X-Salada pra puxar, pois estava na frente dele. O Tita saiu de lado para dar passagem e a bagaça foi linda de se ver. A X-Terra puxando e sambando na frente do baú. A X-terra não deu conta e o troller mais a frente deu uma ajudinha e num instante a bagaça tava liberada e foi embora subindo o morro escorregadio.
Estavámos indo para Fordlândia (Forlândia como dizem por aqui) e neste trecho tínhamos passado a entrada da estrada. Tivemos que voltar 8 km e seguimos por uma estradinha bem conservada por 48 km. Devido à chuva da noite o mato à beira da estrada estava todo dobrado, moradores nos disseram que o riozinho que acompanha a estrada subiu 1m e inundou a estrada nos pontos baixo, tivemos que atravessar 2 trechos alagados para chegar à Fordlândia.
Chegamos na cidade +/- 14h, os galpões estão lá abandonados, torno, furadeira de mesa, caldeira, trocador de calor, gerador, bastante ferramenta, um engesa, 1F75 ambulância, 1 caminhão militar americano, e muitas sobras de móveis do hospital que foi desmontado. Um banquete para os apreciadores, vale cada km da estrada para chegar até ali.
A cidade é simples, tem uma escola bem grande, estão fazendo umas obras na praça em frente à igreja e reformando um dos galpões. Aparentemente irão cuidar um pouco mais do local.
Fizemos um lanche rápido e voltamos chegando à BR 230 por volta da 17h.
Agora com o calor do dia a rodovia já havia secado e o sabão virou poeirão, a velo aumentou e seguimos para Rurópolis. O céu ao longe ficando preto, a chuva em breve nos pegaria, ou pegaríamos a chuva uma vez que estávamos indo ao seu encontro.
BR 230, Tobogã até Rurópólis e conseguimos chegar às 18:30h. A chuva já havia passado por lá, a terra esrava bem molhada e pegamos a BR 163. Ai a brincadeira começou realmente, a estrada toda em obras, terra vermelha e grudenta, canteiros de obras, muito veículos e caminhões transitando, o sobe e desce que não acaba, as viaturas rodando de lado, caminhões travando a rodovia, filas de veículos esperando a vez de seguir.
Numa das paradas foi 01 caminhão que atravessou a pista, tentamos chegar o mais perto e o caminhão foi liberado, seguimos a viagem e o caminhão ia sambando à nossa frente, um caminhão que vinha subindo num trecho quase pega o troller do Possato, a bagaça vem sem rumo rsrsrsrs. Uma Kombi lotada de pessoas também vinha subindo de lado e quase nos pega, o Gaspar teve que subir num morro pra não amassar a XT. Foi a maior adrenalina este trecho, posso dizer que o melhor até o momento.
Duas horas de rally em 60 km de lama e chegamos ao asfalto, rodamos mais 150 km e entramos sentido Belterra, pegamos uma trilha e rodamos mais 22 km até chegarmos em Alter do Chão (optamos pela trilha para evitar o caminho de 70 km a mais de asfalto).
Chegamos em Alter às 22:40h. 422 km, 13 horas e muita chuva, lama, adrenalina, satisafação e alegria por termos vencido mais uma etapa da viagem.

11\11\11 – Itaituba PA x Fordlândia x Alter do Chão

11/11/2011

Diario de bordo 10\11\11

Diario de bordo
10\11\11 – Jacareacanga-PA x Itaituba-PA

A noite foi tranqüila, mas os hotéis são fedorentinhos, rsrsrsr.
O Gaspar dividiu quarto com o Pepa. O quarto só tinha cama de casal, então o Gaspar dormiu numa colchonete no chão e o Pepa na cama. Disseram que foi difícil aguentar o cheiro ruim do quarto. Rsrsrs
O Possato dividiu quarto com o Xicão, que dormiu numa rede, e o Possato na cama. Disseram que o quarto deles era “foda e pintado” kkkk. Depois peçam detalhes para eles, kkkkkkkkkkkkkk.
A cidade é bem feinha, bastante suja, cheia de cães magrinhos, mas o povo é bem alegre. A impressão é que a cidade cresceu rápido demais e não tinha estrutura para tudo.
Saimos às 8:35hs e pegamos outro visual na estrada. Agora temos muitos morros, sobe e desce o tempo todo e também há um número maior de carros trafegando. Todos em alta velocidade, é claro! Rsrsrsr. Caminhonetes, caminhões e ônibus passam rasgando por nós que encostamos na estrada para dar caminho.
Neste trecho a mata também é mais bonita. Aqui temos a mata amazônica até perto da estrada. Nada de pastos ou áreas desmatadas. As pontes nos igarapés continuam, mas aqui no Pará ainda são as antigas e estão em bom estado.
Rodamos 100km e encontramos uma obra grande na estrada. Acredito que era onde tinha um daqueles atoleiros gigantes na beira do rio. Estão fazendo terraplenagem e acabaram com a descida desbarrancada na beira do igarapé. Que peninha pra nós aventureiros e que maravilha para quem precisa da rodovia pra viver.
Rodamos mais 50km e encontramos outra obra grande no mesmo estilo da primeira.
A rodovia, o tempo todo em terra, mas em ótimo estado. Não choveu o que nos deixou bem confortáveis o tempo todo.
Avistamos algumas araras no percurso e novamente uma cobra foi atropelada na nossa frente por uma C20 de garimpeiros que fizeram questão de atropelá-la usando o instinto animal de matar para evitar ser picado.
Às 13:00hs paramos para almoçar no meio do nada a 180 km distante da cidade num restaurante chamado “Amigo Garimpeiro”. Imaginem quem frequenta o restaurante? Comida boa, ambiente limpo, mas um calor do cão, quente e úmido o tempo todo. Em frente ao restaurante tem uma pista de pouso e aviões sobem e descem o tempo todo. Na 01 hora que estivemos ali, observamos dois pousos e uma decolagem.
Novamente pegamos a rodovia e sobe e desce até Itaituba, chegamos às 16:40hs, vencendo os 400km do dia rodados em estrada de terra muito boa. Aliás, melhor que muitas rodovias asfaltadas deste Brasil afora.
Cidade grande, com trânsito, muitas lojas e o grande Rio Tapajós com muitas barracas em sua orla lembrando o Mercado Ver –0- Peso em Belém.
Mais um belo dia na maravilhosa e nada terrível Transamazônica.
Fotos:
10\11\11 – Jacareacanga PA x Itaituba PA

Diario de bordo 09\11\11

Diario de bordo
09\11\11 – Apuí-AM x Jacareacanga-PA

Após o café da manhã fomos trocar a bateria da Hilux que estava zuada. Aliás, temos que elogiar o hotel Silverado. Atendimento, acomodações, café da manhã tudo MT bom.
Enquanto o Tita e o Edu cuidavam da Hilux no auto-elétrico fui conversar com uns meninos que estavam ‘trepados’ numa árvore pegando frutinhas. Descobri que pegavam ‘azeitonas’, um frutinho preto que realmente parece azeitona, mas seu nome, pelo que disseram, é Jamelão. Os meninos conversaram bastante comigo e pegaram alguns frutos pra nós provarmos. Achei gostoso, mas meio ‘apertoso’, rsrsrs.
Trocada a bateria da Hilux seguimos para a cachoeira do paredão, fica +/- 20km do centro da cidade. Linda, uma delícia. Ficamos um pouco, voltamos para a cidade para almoçarmos e pegamos a estrada às 13:30hs.
O visual continua o mesmo, ora só pasto, ora pasto com gado, ora alguns trechos com mata. A estrada está em muito bom estado, um tapetão, nada de dificuldade.
Chegando à Sucunduri, a uns 100km da cidade, precisávamos pegar, novamente, a balsa para atravessar o rio e ai caiu o maior temporal. Chuva forte com vento. A balsa estava ancorada do outro lado do rio. Pegamos informação de que o balseiro tinha ido buscar o rebocador e que logo voltaria. Tbém disseram que custaria R$ 20,00, por carro.
Vimos que logo chegou um barquinho com motor igual moedor de cana, rsrsrs, e embaixo do temporal começou a empurrar a balsa que chegou do nosso lado do rio. Quase que não topamos subir na bagaça, mas como não tínhamos opção, encaramos! kkkkk. Rapidinho, fizemos a travessia, mas os caras nos cobraram R$ 25,00, por carro. Nem ligamos, pois foi o maior trampo fazer aquilo debaixo do temporal rsrsrsrsrs.
Continuamos viagem, agora com emoção! kkkkk. Chuva forte e estrada lisa como sabão. É MT louco! Chovia tanto que o limpador de párabrisa quase não dava conta. Andamos um longo trecho assim e então o tempo limpou novamente. Hoje comentamos que nosso grupo tá parecendo aqueles caçadores de tornado, só que no nosso caso, caçadores de chuva, rsrsrsrs.
Ontem encontramos a jibóia morta na estrada, mas hoje matamos uma aranha gigante rsrsrs. O Troller do Possato ia à nossa frente, e então avistamos a aranha bem na pista. O Edu nem viu e passamos. Paramos o carro pra ver. O Gaspar veio logo atrás e tbém não viu a coitadinha. Voltando na estrada para ver se ela estava bem, encontramos a coitada mortinha. Vejam na foto como era grande, não quero encontrar uma viva na minha frente rsrsrs.
Seguimos a viagem e numa das paradas pro xixi avistamos araras vermelhas voando, o Gaspar conseguiu fotografar, lindas!!!!
Hoje foi bem puxado, rodamos 250km e tivemos bastante chuva. Foi MT bom, mas como já era esperado, nada de dificuldade. Estamos rodando em estrada de terra normal apreciando a paisagem e as companhias que diga-se de passagem são excelentes. Xicão e Pepa são umas figuras, rimos o tempo todo rsrsrs
Chegamos à Jacareacanga 6:50hs. No PA tem 01 hora de diferença do AM. São 6:50hs no AM; 7:50hs no PA e 8:50hs em Sampa. Afff! Eu só queria dormir rsrsrsrs
Para adiantar já abastecemos os veículos e aproveitamos para jantar no posto mesmo, entretanto demoramos pra achar hotel. Tava tudo lotado e bem precário. Nos dividimos, os meninos ficaram num hotel bem ruinzinho e nós viemos para outro ruinzinho tbém kkkkkk.
Fotos:
09\11\11 – Apuí-AM x Jacareacanga PA

Diario de Bordo 08\11\11

Diario de bordo
08\11\11 – Humaitá-AM x km AM 180 x Apuí-AM

Foi um parto conseguir jantar em Humaitá. O restaurante indicado pelo hotel era muito feinho, o Tita até encarava a chuleta, mas só ele rsrsrs. Resolvemos procurar outro, mas a opção era o churrasquinho de gato na praça. O Pepa ficou encantado com o arroz carreteiro da tiazinha, arroz cheio de miúdos de frango. Eca!!! Só ele achou delicioso e resolvemos procurar outro local, rsrsrs. O Possato nos levou para um tour na cidade e ao chegarmos no melhor restaurante da cidade, ele estava fechado rsrsrsr. Ai resolvemos comer um sanduba na padoca, aquela que o Gaspar queria desde o começo da procura por comida rsrsrsrs. Detalhe, o X-egg não tem hambúrguer e o X-salada tem ovo, kkkk. Tava delicioso! Mas também com a fome que estávamos só não dava pra encarar a chuleta e o arroz carreteiro. kkkkk
Chegando ao hotel tentei de todas as formas subir as fotos para o Picasa, mas a internet era bem lenta e nada feito.
Em 08/11, saímos do hotel Macedônia às 08:00hs, abastecemos e seguimos para a balsa. Tivemos que esperar quase 02 horas para embarcar, pois chegamos às 8:30hs e ela só voltava às 10 horas. Ai, senta e espera!
Enquanto esperávamos aproveitamos pra fotografar tudo o que víamos, o que não era muito rsrsrs. Mangueiras, frutos estranhos, crianças, rio e até um lagarto verde que apareceu na beira da estrada.
Embarcamos e surpresa! A Hilux deu pau na bateria de novo, fizemos uma chupeta e seguimos viagem. A estrada, agora, é de terra, que aliás está muito boa. Pegamos bastante poeira e muitas pontes, reformadas e em excelente estado. A mata às margens da rodovia foi quase toda derrubada e somente pastos vão nos acompanhando, ora com gado, ora sem nada. Alguns trechos com queimadas e somente palmeiras e castanheiras restaram em pé.
Rodados 100 km chegamos à reserva indígena onde há cobrança de pedágio. No recibo que nos deram, R$ 20,00, está escrito que é pelo uso de suas terras. Dentro do trecho da reserva a mata está preservada.
Pegamos alguns trechos molhados pela chuva e outros ainda bem secos e às 13:00hs chegamos ao km 180. Enquanto avaliávamos o problema da bateria da Hilux, a galera foi almoçar. A bateria nova da Hilux não segura carga e será preciso trocá-la. Poderíamos fazer isso na garantia, mas a cidade estava sem telefone e teremos que fazê-la em Apuí. Abastecemos novamente e seguimos viagem.
Nesta vila há muitas serrarias, mas não vimos caminhões carregados com madeira na região e a polícia federal em conjunto com a guarda nacional está com trabalho intensivo para coibir a criminalidade na região.
Na estrada pegamos um trecho bem molhado e a Hilux começou a dançar. Chuva, lama e muitas poças d'água. Este trecho foi bem legal apesar de eu não gostar nada de ver e sentir a Hilux escorregando pra lá e pra cá, kkkkkkk
O trecho lembra bastante a estrada para a Vila Santa Maria no Ariri, terra com algumas lombadas e muitas pontezinhas sobre os igarapés. Não vimos bichos, nem pássaros, nem flores, nem frutos. Somente borboletas nos acompanham por todo percurso.
Por volta das 17:40hs pegamos mais uma balsa e o dia já foi escurecendo. Estrada molhada, muitos morros e curvas na estrada que agora está um pouquinho pior. Chegando à Apui onde encontramos uma cobra jibóia atropelada e morta na estrada. Fizemos algumas fotos e acabamos chegando na cidade às 20:00hs.
Jantar, hotel e nos recolhemos, afinal hoje fizemos 400km em estrada de terra e com chuva. Finalmente estamos percorrendo a Transamazônica.
Fotos.
08\11\11 – Humaitá-AM x km AM 180 x Apuí-AM

07/11/2011

Diario de Bordo 07\11\11

07\11\11 – PV x Humaitá

Acordamos cedo pois o dia promete.
Após o café fomos até a Trans-Martins retirar as viaturas. A Hilux depois de 15 dias parada estava com a bateria arriada e deu trabalho até funcionar.
Enquanto uns retiravam as viaturas outros faziam as compras de suprimentos e todos voltamos ao hotel para arrumar a bagagem. Eita qto trabalho para fazer caber tudo no lugar, rsrsrsrs.
A cidade é pequena mas, o trânsito é de cidade grande.
Fechamos a conta, entregamos a Doblô, almoçamos e conseguimos sair às 15:00hs.
5 km adiante tivemos que atravessar o Rio Madeira de balsa. Rio com águas turvas e está bem cheio. Os adesivos das viaturas chamam a atenção, várias pessoas vieram perguntar de onde viemos e como será a viagem. Atravessamos muito rápido e logo pegamos a rodovia novamente . Durante o almoço caiu uma baita chuva, mas logo passou e agora na rodovia, novamente, o tempo vai escurecendo e pegamos novamente a chuva forte por um longo trecho. A estrada toda está asfaltada, o trecho está muito bom embora as viaturas trepidam o tempo todo. Se isto for o “tapetão” que eles falam, dá até pra saber como está a BR 230, rsrsrsrs.
Chegamos em Humaitá às 17:00hs, 185 kms de distância, rodovia tranquila. Algumas fazendas com bois, algumas plantações de eucalipto e muita terra desmatada sem nada plantado.
Humaitá é pequena, mas bem servida de hotéis, nos hospedamos no Hotel Macedônia e mais tarde iremos dar um rolê pra conhecer as paradas, rsrsrsrs.
Algumas fotos minhas:
07\11\11 – Porto Velho a Humaitá

06/11/2011

Diario de Bordo 06\11\11

Transamazônica 2011

06\11\11 – Porto Velho – RO
Acordamos cedo, aqui 2 horas menos que Sampa, tomamos café às 7:30 hs ou 9:30 de Sampa.
Hotel bem fraquinho, café estilo argentino rsrsrsrs, café com leite, pão e manteiga, mas tinha suco de cajá e cupuaçú, muito bons.
Possato e Xicão, Gaspar e Pepa, tiveram um noite de reconhecimento rsrsrs e demoraram pra caramba pra levantar.
Após o café resolvemos que tínhamos que alugar uma van, Kombi ou qq coisa grande pra caber os 07 neguinhos, afinal temos um dia inteiro pra conhecer PV e com um calor da p.... não dá pra andar a pé. Aqui ninguém trabalha de domingo, tudo fechado e ninguém atende telefone, nada de alugar carro, saímos a pé sentido o Rio Madeira e no caminho Tita e Pepa foram a uma locadora indicada tentar conseguir algo e o restante do grupo seguiu pra o rio.
Uns 20 minutos de caminhada e chegamos ao rio, uma praça com o resto que sobrou da linha do trem Madeira Mamoré, alguns vagões antigos, uma feirinha de artesanato, um galpão para exposições que mais tarde foi aberto para o público com várias peças, fotos e história sobre a Madeira Mamoré.
O Rio Madeira é bem largo, águas barrentas e cheio de embarcações. Num certo momento avistamos botos nadando bem perto da margem, lindos, deviam ter uns 03.
Hoje não choveu, o calor intenso e úmido nos deixa suados e grudentos rsrsrsrsrs
Tita e Pepa conseguiram alugar uma doblo, seguimos para Candeias um balneário turístico indicado por uma passageira que veio no voo com Possato, Pepa e Xicão. O balneário fica a 20km de PV ás margens do Rio Candeias com vários (4) quiosques com música altíssima, mal dava para conversarmos rsrsrsrs .
Comemos baião de 2, com farinha acreana e peixe tambaqui frito e mts cervas é claro. Kkkkkkkk
No rodovia saindo de PV avistamos o troller do Possato e nossa hilux estacionados em frente o escritório da Trans Martins, fizemos um retorno e fomos até lá saber se estava td bem e encontramos a XTerra do Gaspar ainda na Cegonha. Amanhã vamos saber se há ou não pátio da transportadora, pois pelo que parece os carros chegam e ficam estacionados na rua até os donos os retirarem rsrsrsrs.
Voltamos para o hotel, tiramos uma soneca e saímos a noite para uma pizza, a cidade está lotada, durante o dia não vemos ninguém, mas a noite o agito é grande.
Amanhã iremos cedo pegar as viaturas, fazer umas comprinhas de suprimentos e partir para Humaitá.
Seguem algumas fotos minhas, Gaspar, Pepa e Xicão tem muito mais!!!!
Porto Velho RO

Expedicao Transamazônica

Diario de bordo 05-11-11

Sao Paulo x Porto Velho

Saimos de Congonhas SP às 19.40hs e chegamos em Brasília às 21.30hs.
Saímos de Brasília às 23.30 e chegamos em PV às 02.20hs (00.30 local, 2 horas de dif. de Sampa)

De Brasília a PV começamos a expedição, foi tanto aviso de turbulência dos comissários que parecíamos estar na Transa kkkkk

Muito calor e abafado.

Hotel Richard, assim, assim rsrsrs