13/08/2015

Trecking Etapa ILHABELA 25 E 26-07-15


Diário de Bordo



Trecking Etapa ILHABELA 25 E 26-07-15

 

Participantes:

Tita, Marcia e Dani

Roberto e Claudia Regina

Helio e Rafael

 

Para o esquenta do Monte Roraima que acontecerá em outubro, a galera resolveu fazer uma trilha em Ilhabela.

No dia marcado a chuva resolveu ir também rsrsrs, sábado amanheceu chuvoso e o dia só ia escurecendo, mas os valentes resolveram seguir assim mesmo rsrsr

 

Chegamos a Ilhabela debaixo da maior chuva, na balsa precisamos nos proteger pra não ficarmos encharcados. Os ânimos não estavam os melhores, mas ninguém ia mijar pra trás NE? Rsrsrs

 

Saimos do ponto de encontro na Ayrton Senna as 7:00 horas da matina, chegamos a Ilhabela às 11:00hs, no estacionamento em Ponta da Sepituba as 12:00hs e da-lhe chuva. Começamos a montar a carga nas costas, bota, polaina, capa de chuva, chapéu e da-lhe chuva, até dei a ideia de ficarmos numa pousada e fazermos a trilha sem carga, mas Roberto e Tita nos convenceram a ir até a cachoeira da Laje pra ver como estava e se fosse muito ruim voltaríamos para uma pousada.

 

Claudia que adooooora natureza estava com cara de muito feliz rsrsrs e da-lhe chuva.

 

Cameçamos a caminhar e parecíamos as tartarugas ninjas, cada um levando a casa nas costas rsrsrs e da-lhe chuva rsrsrsrs Roberto voltou ao estacionamento, pois havia esquecido o bastão de caminhada ao lado do carro, o grupo seguiu devagar enfrentando a enxurrada que corria nas valas do morro. Sobe e desce e ainda bem que tem bastante pedra, se fosse só barro o bicho ia pegar.

 

O trecho tem umas ladeiras nervosas, 3Km e em 50 minutos chegamos ao camping. Carregar a carga foi tranquilo, Tita e Dani tinham 11 kgs cada, eu estava com 8kgs, Roberto tinha 16kgs rsrsr Helio não sei, mas a mochila tava bem grande também.

No camping fomos informados que por causa da chuva o rio estava sem condições de passagem, não deveríamos seguir para Bonete, pra mim um alívio, pois com chuva tava muito ruim seguir, mas por outro lado foi brochante não terminar o combinado.

 

Resolvemos então montar as barracas e ficar por lá para testar os isolantes térmicos, pois teremos que dormir neles por sete noites e não deve ser muito confortável rsrsr.

 

Por ser camping selvagem levei fogão e macarrão para a refeição e enquanto Tita e Dani montavam a barraca comecei a preparar o almoço. Roberto e Helio também montaram as barracas e assim que terminaram o macarrão tava pronto. Ivo do camping até ofereceu almoço feito por eles, mas recusamos e informamos da nossa intenção que era “roubada mesmo” rsrsrs. Macarrão gravatinha com carne seca, uma delícia. Roberto também levou um fogareiro super chic e fez um penne com

creme de leite e pimenta maravilhoso.

 

Ivo do camping super hospitaleiro e falante, num instante sabíamos tudo dele e ele da nossa viagem. Ao saber que estávamos com o jimny no estacionamento, contou nos que Murillo Matos da SZK esteve la durante o evento na Ilha e nos deu a chave do portão para que fossemos buscar o jimny para facilitar a carga na volta no domingo. Tita mais interessado em fazer trilha do que carregar mochilas rsrsrs foi com Roberto, Helio e Rafa até o estacionamento buscar o jimny. 40 minutos de caminhada e mais uns 15 rodando de volta, trilha bem sussa e a chuva deu uma trégua.

 

Enquanto os rapazes foram buscar o Gasparzim, Eu, Dani e a Claudia resolvemos descansar um pouco, afinal tínhamos acordado as 4 da matina, percorrido 3km com mochilas pesadas debaixo de chuva, nosso querido corpinho precisava descansar rsrs.

 

Nem fechamos os olhos e se passaram quase 2 horas rsrsrs, os rapazes chegaram e nos chamaram para jantar, a mãe do Ivo havia feito “galinhada” aff, o Tita não suporta, mas achou um pedaço de peito e completou o prato com arroz rsrsrs, Roberto se deliciou com os dois pés do frango eca, Eu, Dani e Claudia recusamos, estávamos bem com nosso macarrão do almoço.

 

A noite caiu rápido e já não chovia mais, tanto que Helio e Roberto tomaram um belo banho de cachoeira.

 

Friozinho, noite escura, tudo pedia um vinho com queijo e foi o que fizemos, havíamos levado queijo e vinho em garrafa pet de 1,5lt, Roberto levou duas garrafinhas de 500ml cheias de vinho e uma linguicinha apimentada. Pronto já tínhamos beliscos pra papear e bebericar. Ivo ascendeu uma salamandra e ficamos um bom tempo curtindo o “tempo”.

Fomos dormir e nem sentimos se o isolante é bom ou ruim, apagamos e acordamos muito bem no domingo.

 

Enquanto comíamos apreciávamos a paisagem e os belos sairás-7-cores, muitos pássaros e um visu maravilhoso.

 

Não dava pra seguir até Bonete o tempo não permitiria, então desmontamos acampamento e fizemos uma pequena trilha até o Buraco do Cação, voltamos e fomos até a Cachoeira da Laje. Roberto ao perguntar para Ivo se havia encontrado a perna da calça dele que havia sumido, descobre que encontraram a chave do carro dele na cachoeira, ele deve te-la esquecido durante o banho noturno rsrsrs.

 

Ivo nos oferece o camping para levarmos nosso grupo de jipeiros até lá, ficamos interessados e em breve vamos tentar levar o grupo pra um passeio jipe/trecking na Ilha.

 

Nos despedimos e Tita com Dani seguiu no Jimny, Eu, Roberto, Claudia, Helio e Rafa voltamos a pé até o estacionamento. Ah Roberto teve que voltar ao camping, pois esqueceu novamente o bastão de caminhada rsrsrsrs LOST kkkk.

 

Saímos da Ilha por volta das 13 horas, paramos em São Sebastião para o almoço e fizemos a volta tranquila. Às 20 horas estávamos em casa.

 

Não atingimos o combinado, Bonete, mas o teste de convivência foi bem bacana, acho que conseguiremos passar os sete dias juntos rsrsrsrsr Ah teremos que tentar mais uma vez pra testar os isolantes térmicos, aquela bagaça parece que vai nos quebrar nas noites no Monte rsrsrs.

 


 

 

 

Márcia Colevati

“Toda grande caminhada começa com um simples passo” Buda

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