Diário de Bordo
Trecking Etapa ILHABELA 25 E 26-07-15
Participantes:
Tita, Marcia e Dani
Roberto e Claudia Regina
Helio e Rafael
Para o esquenta do Monte Roraima que
acontecerá em outubro, a galera resolveu fazer uma trilha em Ilhabela.
No dia marcado a chuva resolveu ir também
rsrsrs, sábado amanheceu chuvoso e o dia só ia escurecendo, mas os valentes
resolveram seguir assim mesmo rsrsr
Chegamos a Ilhabela debaixo da maior chuva, na
balsa precisamos nos proteger pra não ficarmos encharcados. Os ânimos não
estavam os melhores, mas ninguém ia mijar pra trás NE? Rsrsrs
Saimos do ponto de encontro na Ayrton Senna as
7:00 horas da matina, chegamos a Ilhabela às 11:00hs, no estacionamento em Ponta
da Sepituba as 12:00hs e da-lhe chuva. Começamos a montar a carga nas costas,
bota, polaina, capa de chuva, chapéu e da-lhe chuva, até dei a ideia de
ficarmos numa pousada e fazermos a trilha sem carga, mas Roberto e Tita nos
convenceram a ir até a cachoeira da Laje pra ver como estava e se fosse muito
ruim voltaríamos para uma pousada.
Claudia que adooooora natureza estava com cara
de muito feliz rsrsrs e da-lhe chuva.
Cameçamos a caminhar e parecíamos as
tartarugas ninjas, cada um levando a casa nas costas rsrsrs e da-lhe chuva
rsrsrsrs Roberto voltou ao estacionamento, pois havia esquecido o bastão de
caminhada ao lado do carro, o grupo seguiu devagar enfrentando a enxurrada que
corria nas valas do morro. Sobe e desce e ainda bem que tem bastante pedra, se
fosse só barro o bicho ia pegar.
O trecho tem umas ladeiras nervosas, 3Km e em
50 minutos chegamos ao camping. Carregar a carga foi tranquilo, Tita e Dani
tinham 11 kgs cada, eu estava com 8kgs, Roberto tinha 16kgs rsrsr Helio não
sei, mas a mochila tava bem grande também.
No camping fomos informados que por causa da
chuva o rio estava sem condições de passagem, não deveríamos seguir para
Bonete, pra mim um alívio, pois com chuva tava muito ruim seguir, mas por outro
lado foi brochante não terminar o combinado.
Resolvemos então montar as barracas e ficar
por lá para testar os isolantes térmicos, pois teremos que dormir neles por
sete noites e não deve ser muito confortável rsrsr.
Por ser camping selvagem levei fogão e
macarrão para a refeição e enquanto Tita e Dani montavam a barraca comecei a
preparar o almoço. Roberto e Helio também montaram as barracas e assim que
terminaram o macarrão tava pronto. Ivo do camping até ofereceu almoço feito por
eles, mas recusamos e informamos da nossa intenção que era “roubada mesmo”
rsrsrs. Macarrão gravatinha com carne seca, uma delícia. Roberto também levou
um fogareiro super chic e fez um penne com
creme de leite e pimenta maravilhoso.
Ivo do camping super hospitaleiro e falante,
num instante sabíamos tudo dele e ele da nossa viagem. Ao saber que estávamos
com o jimny no estacionamento, contou nos que Murillo Matos da SZK esteve la
durante o evento na Ilha e nos deu a chave do portão para que fossemos buscar o
jimny para facilitar a carga na volta no domingo. Tita mais interessado em
fazer trilha do que carregar mochilas rsrsrs foi com Roberto, Helio e Rafa até
o estacionamento buscar o jimny. 40 minutos de caminhada e mais uns 15 rodando
de volta, trilha bem sussa e a chuva deu uma trégua.
Enquanto os rapazes foram buscar o Gasparzim,
Eu, Dani e a Claudia resolvemos descansar um pouco, afinal tínhamos acordado as
4 da matina, percorrido 3km com mochilas pesadas debaixo de chuva, nosso
querido corpinho precisava descansar rsrs.
Nem fechamos os olhos e se passaram quase 2
horas rsrsrs, os rapazes chegaram e nos chamaram para jantar, a mãe do Ivo
havia feito “galinhada” aff, o Tita não suporta, mas achou um pedaço de peito e
completou o prato com arroz rsrsrs, Roberto se deliciou com os dois pés do
frango eca, Eu, Dani e Claudia recusamos, estávamos bem com nosso macarrão do
almoço.
A noite caiu rápido e já não chovia mais,
tanto que Helio e Roberto tomaram um belo banho de cachoeira.
Friozinho, noite escura, tudo pedia um vinho
com queijo e foi o que fizemos, havíamos levado queijo e vinho em garrafa pet
de 1,5lt, Roberto levou duas garrafinhas de 500ml cheias de vinho e uma
linguicinha apimentada. Pronto já tínhamos beliscos pra papear e bebericar. Ivo
ascendeu uma salamandra e ficamos um bom tempo curtindo o “tempo”.
Fomos dormir e nem sentimos se o isolante é
bom ou ruim, apagamos e acordamos muito bem no domingo.
Enquanto comíamos apreciávamos a paisagem e os
belos sairás-7-cores, muitos pássaros e um visu maravilhoso.
Não dava pra seguir até Bonete o tempo não
permitiria, então desmontamos acampamento e fizemos uma pequena trilha até o
Buraco do Cação, voltamos e fomos até a Cachoeira da Laje. Roberto ao perguntar
para Ivo se havia encontrado a perna da calça dele que havia sumido, descobre
que encontraram a chave do carro dele na cachoeira, ele deve te-la esquecido
durante o banho noturno rsrsrs.
Ivo nos oferece o camping para levarmos nosso
grupo de jipeiros até lá, ficamos interessados e em breve vamos tentar levar o
grupo pra um passeio jipe/trecking na Ilha.
Nos despedimos e Tita com Dani seguiu no
Jimny, Eu, Roberto, Claudia, Helio e Rafa voltamos a pé até o estacionamento.
Ah Roberto teve que voltar ao camping, pois esqueceu novamente o bastão de
caminhada rsrsrsrs LOST kkkk.
Saímos da Ilha por volta das 13 horas, paramos
em São Sebastião para o almoço e fizemos a volta tranquila. Às 20 horas
estávamos em casa.
Não atingimos o combinado, Bonete, mas o teste
de convivência foi bem bacana, acho que conseguiremos passar os sete dias
juntos rsrsrsrsr Ah teremos que tentar mais uma vez pra testar os isolantes
térmicos, aquela bagaça parece que vai nos quebrar nas noites no Monte rsrsrs.
Márcia Colevati
“Toda grande caminhada começa com um simples passo” Buda
Nenhum comentário:
Postar um comentário