08/07/12 - URUBICI – SC X SÃO JOAQUIM- SC – 228 KM
Acordei às 07:00hs e fui ver o termômetro que deixei do lado de fora do chalé, marcava 3,8 graus, corri pra pegar a câmera e ao fotografar já marcava 4,1, sai fotografando toda a paisagem e como tava friiiiiiiiiio voltei pra cama e só levantei as 08 horas e ai o termômetro já marcava 5,3, tudo diferente, a neblina cobria toda a mata deixando o visual lindo e friiiiiiiiiiiio rsrsrs. Tomamos nosso café e seguimos para Urubici (915 mts altitude), cidade pequena, com uma igreja linda bem na praça central, continuamos e fomos até o Morro da Igreja.
Saimos do hotel 10:50 hs e devemos ter chegado no Morro da Igreja por volta do meio dia, o vento forte e frio é constante neste ponto, a Ana fotografou gelo em baixo de uma pedra, meus dedos congelavam, a Terezinha tremia e ia ficando roxa com a ventania e frio, muito legal rsrsrs.
O Morro da Igreja é uma montanha pertencente ao Parque Nacional de São Joaquim, localizada na divisa entre os municípios catarinenses de Bom Jardim da Serra, Orleans e Urubici.
Com 1 822 m, seu cume é o terceiro mais alto de Santa Catarina. O Morro da Igreja é considerado o ponto habitado mais alto da Região Sul do Brasil.
A Pedra Furada, é a atraçao mais conhecida do Parque Nacional de São Joaquim e fica junto às escarpas do morro e pode ser facilmente avistada de seu início de cume (ultimo portão do Cindacta-Belvedere).
O Morro da Igreja é considerado um dos locais mais frios do Brasil, recebendo grande número de turistas especialmente durante o inverno, quando as temperaturas frequentemente ficam abaixo de zero e ocorre, ocasionalmente, a queda de neve. É o lugar no Brasil com maior propensão a este tipo de precipitação.
Um registro de temperatura não-oficial de -17,8 °C, realizado no local em 29 de junho de 1996, foi manchete nacional como a temperatura mais baixa já registrada no Brasil.
As instalações do Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CIDACTA II) da Força Aérea Brasileira (FAB) ficam no topo do Morro da Igreja.
Saimos do Morro e seguimos para a Serra do Corvo Branco, linda com seus canions gigantescos, o vento continua, o frio continua rsrsrs
A Serra tem esse nome por causa do urubu rei que habita essa região e que erroneamente foi batizado de corvo rsrsrs. A Serra é toda casacalhada, sinuosa e ingreme alem de ser extremamente estreita, em alguns pontos um veiculo que sobe tem que parar para o outro conseguir passar para descer, não há proteção nas laterais e os abismos são medonhos, nem dá coragem de olhar rsrsrs Pra um lado paredões imensos e do outro abismos medonhos rsrsrs lembra um pouco a Serra do Rio do Rastro que também foi toda recortada nas pedras no meio do canion. A serra é curtinha +- 5 Km, mas linda e imponente.
Descemos a Serra do Corvo Branco e chegamos em Braço do Norte e de lá seguimos para Lauro Miller onde começa a Serra do rio do Rastro, são 15 quilômetros de estradas em concreto, escavadas em rocha natural, contornando um profundo “cânion” de 1.460 metros em relação ao nível do mar. É considerada uma das estradas mais bonitas e desafiadoras do Brasil.
Começamos a subir a serra por volta das 17:00hs o dia já estava começando escurecer, a máquina fotográfica acabando a bateria, afinal são muitas imagens para registrar e o dedo não para rsrsrs.
Por ser domingo a estrada estava com transito intenso, ônibus e caminhões também usam esta estrada e é comum ficarem “entalados” numa curva e com o excesso de veículos não vão nem pra frente nem para trás. Demoramos um tempão pra conseguir subir. Bem no topo da Serra já em Bom Jardim temos um mirante de onde podemos ver quase toda a estrada cortada na rocha no meio do cânion, maravilhosa, apesar do vento e frio ficamos um tempão observando esta maravilha. Tomamos chocolate quente, colei adesivo dos Cabeçudos na vidraça e seguimos para a cidade de São Joaquim (1300 mts de altitude). Chegamos as 20:00 horas, nos hospedamos no hotel Maristela (pobrinho mas limpinho rsrsr) e fomos jantar, andando e tremendo rsrsrs oh lugar frio sô! rsrsrs
Fotos:
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