Diário de Bordo
Portunha
13º dia – Madri - Cuenca (21/05/16)
Um café da manha delicinha em casa dos Gaspar. Carol nas suas
dietas malucas come uns negócios sem sal nem açúcar, mas sabe que o biscoito de
isopor é bom ;), vou comprar em Sampa rsrsrs
Abastecidos seguimos para Cuenca, bora ver castelo!!!
Situada
na região central da Espanha, na Comunidade Autônoma de Castilla La Mancha, a
cidade de Cuenca é Patrimônio Mundial da Humanidade desde 1996. Caminhando por
seu centro histórico, é fácil perceber porque esta cidade recebeu tal honraria.
A cidade é dividida em duas partes: uma antiga, no
alto de um morro, e uma mais nova, na parte mais baixa. Na parte alta, diversas
construções estão literalmente debruçadas sobre uma encosta, com uma belíssima
vista do vale. São as famosas casas colgantes (casas
penduradas).
Visitando o centro histórico
você realmente volta ao passado, sentindo-se em plena Idade Média. Um momento
marcante foi a travessia de uma ponte de metal para pedestres que liga os dois
lados do profundo vale. Outros destaques são seus diversos mirantes (miradores),
a Plaza Mayor, a Catedral em estilo gótico, a Ponte Nova (Puente Nuevo), Torre
Mangana, dentre outros.
Saímos de Cuenca e fomos conhecer a cidade encantada.
Na realidade não se trata propriamente de uma
cidade e sim de um lugar cuja origem se perde no tempo, onde as pedras foram
esculpidas pelo vento, pela chuva e pelo gelo, há mais de 90 milhões de anos!
A área esta em propriedade particular temos que
pagar E4,00 de entrada, se quiser tem guias também, mas o cara era muito chato
e temos o Gaspar que já esteve lá um milhão de vezes kkkk
As pedras gigantescas parecem, por vezes,
ameaçar cair sobre nós e todas têm nomes, de acordo com as formas sugestivas
que têm!
“Gogumelos” gigantes, vários animais, taças,
enfim deixe a imaginação agir, é um brincar de adivinhar.
Andamos muito, brincamos muito e nos
divertimos bagarai kkkk
Para variar as plantas me atraem, árvores
crescem por dentro das pedras, plantas floridas saindo das entranhas das
rochas, trepadeiras formando um mosaico por sobre paredões. Fico encantada com
a natureza que não permite barreiras, busca seu espaço e se adapta as
diversidades.
Saímos da cidade e pegamos a serra voltando
para Madri, são 160 kms rodando por entre serras e mirantes. Uma paisagem sem
igual.
Paramos no Mirador Del Ventano Del Diablo.
Uma caverna pendurada no penhasco lembrando
um crânio com janelas para os dois lados do canyon onde se avista centenas de
metros abaixo o verde rio Jucar num lindo vale serpenteado por enormes fendas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário