17/08/2016

Diário de Bordo

Portunha

4º dia – Lisboa (12/05/16)

 Após o café compramos os bilhetes do ônibus e seguimos para a Praça do Róssio, que delicia ouvir e entender os portugueses nas ruas, “ate loguinho” “beijinhos” rsrsrs
Pegamos o ônibus e seguimos o roteiro, escolhemos Torre de Belém, Oceanário e Museu do Azulejo para visitar.
Descemos do ônibus na Torre de Belém, esperava que fosse maior, mas mesmo assim linda.

Torre de Belém
Construída estrategicamente na margem norte do rio Tejo, entre 1514 e 1520, para defesa da barra de Lisboa, é uma das jóias da arquitetura do reinado de D. Manuel I.
No conjunto arquitetônico podemos separar dois corpos distintos, modelos da arquitetura militar: a torre de menagem medieval e o baluarte moderno que, com dois níveis para disparo de artilharia, permitia um tiro de maior alcance, rasante e em ricochete sobre a água.
A Torre de Belém é um referente cultural, um símbolo da especificidade do país que passa pelo diálogo privilegiado com outras culturas e civilizações. Guardiã da nossa Individualidade e Universalidade, viu este estatuto confirmado quando, em 1983, foi classificada pela UNESCO como "Património Cultural de toda a Humanidade".
Filas imensas para entrar e para subir na torre, corredores apertados, ficamos um bom tempo visitando os aposentos. Na saída seguimos caminhando para outro local passando pelo Mosteiro dos Jerônimos, praças imensas floridas, limpas, organizadas, maravilhoso!!!
Fomos apreciar os "paxteizinhos" de Belém, uma delíiiiiicia. Ca só para nós, esses portugueses são mesmo lentos. Uma fila grande para comprar a ficha do pastel, ai já queríamos comprar um salgado e refri, mas na vitrine de salgados não tem o nome nem preço do produto, muita gente na frente não temos como perguntar ao balconista, no caixa a portuga quer saber o que queremos, mas como saber se não tem menu ou infos a mostra? Kkkkk Ela não tem tempo de nos explicar o que vendem kkkkk, perguntei – Tem coxinha de frango? Ela respondeu sim e foi o que comemos rsrsrs. Numa outra lanchonete o mesmo problema, não colocam nome na vitrine e o caixa perde um tempão procurando os nomes e preços para nos fornecer e escolhermos o que queremos rsrsrs, eu estava em desespero para explicar como seria fácil se colocassem uma plaquinha com o nome kkkk
Uma loucura o que vendem de pasteizinhos de nata, uma delíiiiiicia!!!

Museu do Azulejo
Pegamos o ônibus novamente, descemos no Museu do Azulejo, gente é muita informação, cada peça mais trabalhada que a outra, lemos num texto que a Técnica desenvolvida e implementada pelos mouros na Península Ibérica e seguida em Espanha com assimilação do gosto pela decoração geométrica e vegetalista, no que se designaria no barroco como horror vacui (horror ao vazio).rsrsrs por isso tanta informação. Muito bacana, recomendo.
Na entrada do museu o porteiro/segurança me dá os parabéns, pergunto por que e ele indica minha camiseta, FORA DILMA, ele diz parabéns aos brasileiros por lutarem por um país melhor, GANHEI O DIA uhu!!!!!,
 Pegamos o ônibus novamente, mas já era tarde e voltamos para o hotel. Durante todo o dia ficamos ouvindo fado pelos fones de ouvido no ônibus, estávamos exaustos de fado rsrsrs e nossa noite sería na Alfama, aff desistimos, não aguentávamos mais rsrsrs. Tomamos banho e saímos para jantar num restaurante qualquer. Incrível que brasileiros são reconhecidos rapidamente pelos locais, no restaurante o garçom indiano logo veio puxando assunto, contando que já esteve no RJ e Recife, que ama o Brasil e bla bla bla, muito legal, aparentemente somos queridos mundo a fora rsrs



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