05/08/14 – Andaraí x Ibicoara (200 km)
Após o café voltamos numa praça para fotografar um CJ
cuidadosamente arrumado num monte de pedras com cactos plantados ao seu redor.
MT legal!
Poço Azul
É uma gruta com águas cristalinas, em que o azul vivo da água é resultado da luz do sol. É permitido nadar e realizar flutuação.
Localização: Município de Nova Redenção
Acesso: de carro até o atrativo e mais uma escadaria
É uma gruta com águas cristalinas, em que o azul vivo da água é resultado da luz do sol. É permitido nadar e realizar flutuação.
Localização: Município de Nova Redenção
Acesso: de carro até o atrativo e mais uma escadaria
Poço Encantado
As águas são tão cristalinas que não é possível perceber onde o meio aquático começa. Possui cerca de 60 metros de profundidade e não é permitido nadar. A melhor época para visitar o poço são os meses de abril a setembro, devido ao reflexo da luz solar.
Localização: Município de Itaetê
Acesso: de carro até o atrativo e mais uma escadaria
As águas são tão cristalinas que não é possível perceber onde o meio aquático começa. Possui cerca de 60 metros de profundidade e não é permitido nadar. A melhor época para visitar o poço são os meses de abril a setembro, devido ao reflexo da luz solar.
Localização: Município de Itaetê
Acesso: de carro até o atrativo e mais uma escadaria
De Andaraí voltamos até Nova Redenção para conhecer o Poço
Azul, maravilhoso.
Pagamos uma taxa de R$ 15,00 por pessoa, colocamos colete,
óculos e snorkel e ficamos nadando “no nada” é assim que parece, flutuamos no
nada de tão límpida é a água. Chegamos cedo e ficamos um tempão flutuando, o
guia local disse que a melhor hora pra ver o raio de luz incidente na gruta é às
12:40 horas e que era pra ficarmos por ali que ele nos chamaria no melhor horário para
voltarmos e assim o fizemos. Que coisa linda, o poço tem 16 metros de
profundidade e é possível ver todo seu fundo com os raios de luz. Dani, Diego e
Tita ficam brincando de fotografar em baixo da água, parecemos todos com cara
de afogados kkkkkk
Saimos do banho e almoçamos, novamente tinha godó de banana
(banana verde refogada), cortado de palma (palma refogada) e feijão andú, tudo muito gostoso, até a Dani
provou rsrsrs
Após o almoço seguimos para Itaetê conhecer o poço
encantado, nos avisaram que não iríamos ver nada, pois o melhor horário é o da
manhã. Eu achava que iríamos nadar no
encantado e só olhar o azul e foi justamente o contrário, mas já que estávamos
ali, fomos até lá conferir. Mesmo chegando tarde pagamos a taxa de R$ 20,00 por
pessoa, o guia até aconselhou voltarmos no outro dia cedo, mas nosso roteiro
não permitia e descemos até o poço assim mesmo. A entrada é bem estreita,
descemos por escadas de madeira, o local é bem escuro e lá esta ele, lindo e
azul, um profundo poço que com a luz que entra em algumas épocas do ano, incide
um raio que ilumina todo o poço deixando embasbacado quem o visita. Se no
escuro já é lindo, imagino com o raio de luz! Nossa visita foi rápida, mas a
subida do poço foi bem lenta rsrsrs, já estava com dores na coluna, as pernas
cansadas de andar todos os dias, subir e descer pedras, grutas e rios, afe,
ainda bem que não fizemos as trilhas pesadas rsrsrs
Saímos de Itaetê e seguimos para Ibicoara, nosso último
passeio seria a cachoeira do buracão.
Passamos por Mucugê para conhecer o cemitério bisantino,
(A pequena
cidade colonial de Mucugê, na Bahia, surgiu no século XIX, no decorrer do ciclo
da exploração do diamante naquela região, que por breve período tornou-se uma
das mais ricas do país. A sua localização, num platô pedregoso de cerca de 1000
metros de altitude, e a conseqüente dificuldade de escavar sepulturas, aliada a
riqueza dos exploradores daquela gema, propiciou o surgimento de um dos mais
curiosos cemitérios do país. Pela ausência de terra os corpos eram enterrados
em locais, entre as pedras, fechadas por paredes, em capelas mortuárias e em
mausoléus, caiados em branco, dispostos em anfiteatro ao pé da serra. A sua
classificação como “bizantino” tem várias versões. A mais coerente remete à sua
semelhança com as capelas brancas, de cúpulas bizantinas, do Mar Egeu, também
construídas sobre pedras. Outra hipótese fala da influência de mercadores
sírios/libaneses, chamados na época de turcos, que viviam na cidade no auge do
ciclo do diamante. Trata-se de um patrimônio arquitetônico de belíssima
cenografia, e único no Brasil. As brumas que quase sempre o envolve, dado a
altitude, e a iluminação cênica, à noite, ressaltam ainda mais o caráter mágico
do conjunto. SkyscraperCity)
Lindo e calmo pra se ver, passeamos pelos túmulos, molhamos
algumas plantas fiquei com vontade de roubar orquídeas rsrsrs, mas não tive
coragem rsrsrs.
Demos uma volta pela cidade, comemos acarajé na praça e uma
linda doguinha gorda ficou o tempo todo ao nosso lado rsrsrs. Saímos de lá e
seguimos para Ibicoara.
Chegamos por volta
das 20 horas e logo encontramos um hotelzinho
bem fraquim, Pousada da Dona Zuca. Nos hospedamos e saímos para jantar, a indicação de pizzaria foi perfeita, o local
não prometia, mas a pizza foi maravilhosa. Pegamos algumas infos numa agência
de turismo e seguimos para o hotel, um guia da associação iria nos procurar. Como
sempre digo, não basta carregar bandeira tem que praticar, devemos sempre
incentivar o trabalho local, dar valor aos “filhos da terra”. As associações de
guias turísticos devem sempre ser as primeiras a serem procuradas, se não formos
atendidos a contento ai sim procuramos alternativas.
O guia Roney nos orientou sobre o passeio, deu dicas de
lanches para levarmos e marcou de nos encontrar no dia seguinte as 8:00 horas.
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