04/08/14 – Lençois – BA.
Acordei 7:00 horas da manhã com o maior burburinho no
restaurante, banho rapidão e saímos para tomar café. Dani e Diego já estavam na
mesa. Realmente o café da pousada é bem farto e variado, cada hora o cozinheiro
trazia um prato com algo diferente.
Diego toda vez que pensava em sair via algo delicioso e voltava para a
mesa kkkkk, bom de garfo esse garoto viu! Rsrsrs.
Fechamos a conta, pois depois do passeio seguiríamos para
Andaraí.
Fomos até a Associação encontrar o guia Sergio (Serjão pros
amigos) lembrei de um amigo querido de Sampa rsrsrs. Há muitas agências de
viagem, mas damos preferência à Associação de guias, temos que valorizar os
filhos da terra. Como estávamos de carro
eles cobraram R$ 120,00 para o guia acompanhar 04 pessoas.
(Rio
Mucugezinho e Poço do Diabo
É possível conhecer os dois atrativos no mesmo passeio. O Rio Mucugezinho forma diversos poços, sendo um dos destaques a cachoeira do Poço do Diabo, de 20 metros, e o seu poço profundo, ideal para nadar e praticar tirolesa e rapel.
Localização: Município de Lençóis
Acesso a pé: nas margens da BR-242 há uma trilha de 5 minutos até o Rio Mucugezinho, e mais uma trilha de 20 minutos até o Poço do Diabo.)
É possível conhecer os dois atrativos no mesmo passeio. O Rio Mucugezinho forma diversos poços, sendo um dos destaques a cachoeira do Poço do Diabo, de 20 metros, e o seu poço profundo, ideal para nadar e praticar tirolesa e rapel.
Localização: Município de Lençóis
Acesso a pé: nas margens da BR-242 há uma trilha de 5 minutos até o Rio Mucugezinho, e mais uma trilha de 20 minutos até o Poço do Diabo.)
Saímos com Serjão e seguimos para o Mucugezinho. Entramos na trilha e seguimos pelo leito do rio cheio de pedras, água cor de coca cola por causa do alto nível de ferro e matéria orgânica em decomposição.
Uma caminhada tranquila, com muitas flores e pássaros.
Serjão gosta de papear, vai contando histórias pelo caminho. Encontramos poucos
turistas na trilha. Rapidamente chegamos ao Poço do Diabo, do lado de cima da
cachoeira, onde tem tirolesa e um pouco mais a frente tem rapel pros corajosos, coisa
que não sou. Fico com vontade, mas ainda não tive coragem. Os valentes Tita,
Diego e Dani logo se animaram a descer (R$ 30,00 por pessoa), avisei que
enquanto eles se preparavam eu desceria pela trilha para filmá-los lá debaixo
e assim o fiz. Desci com Serjão e fiquei só filmando os malucos rsrsrs. Tita
desceu primeiro, descida rápida e tranquila, logo depois veio a Dani um pouco mais abusada, virou pra eu
fotografá-la, soltou as mãos e terminou a descida. Ai vem o Diego, mais abusado ainda, assim que se
posicionou na pedra virou de ponta cabeça e desceu apreciando o céu a seus pés
rsrsrsr, foi bem mais demorado, curtiu cada centímetro da corda rsrsrs, acho
que um dia conseguirei descer, mas antes tenho que deixar um testamento pronto
kkkkkk.
Assim que terminaram a descida resolveram mergulhar, a água
geladassa e a cor não me atrairam, fui até a cintura, voltei me sequei e fiquei
lagarteando numa pedra. Dani e Diego foram nadando até a cachoeira, Tita
resolveu ir, mas foi pela beirada do poço seguindo uma corda que colocaram por
segurança. Fico borboleteando rsrsr e quando olho a Dani e Diego estão
amparando o Tita embaixo da cachoeira, chamo o guia e aviso que MEU MARIDO TÁ PASSANDO MAL! Kkkkk um salva vidas pulou ligeiramente na água enquanto Serjão saiu correndo pela beirada do poço e ficou olhando. Fiquei apreensiva olhando de
longe. Todos ajudaram o Tita a subir numa
pedra e ficaram papeando, depois ele pegou uma bóia e voltou nadando até onde estava.
Contou que estava nadando ao lado da corda, cansou e continuou segurando pela
corda, uma gringa que ia a sua frente resolveu sentar na corda o que a fez descer
até o fundo e levou o Tita junto, ele continuou mergulhado ao invés de soltar a
corda e isso o fez beber um pouquinho de água, foi quando Dani e Diego viram e o
resgataram rsrs. Credo, que sensação
horrível, de longe sem saber e poder fazer nada. Amém que foi só um sustão pra
mim.
Enquanto todos se secavam e se esquentavam um pouco chegou
uma família de saguis bem próximo de onde eu estava, pedi permissão ao guia para
dar pão a eles e os bonitinhos vieram comer pão na minha mão, que delicia ver bichinhos
tão de perto. São uns vira latas, vivem sempre ali, pois turistas deixam
alimentos a eles.
Voltamos pelo mesmo caminho, pegamos o carro e fomos para o
Pratinha.
(Pratinha
Rio e gruta com águas incrivelmente cristalinas onde é possível fazer diversas atividades como flutuação, tirolesa, pedalinho e caiaque.
Localização: Município de Iraquara
Acesso: de carro até o atrativo
Rio e gruta com águas incrivelmente cristalinas onde é possível fazer diversas atividades como flutuação, tirolesa, pedalinho e caiaque.
Localização: Município de Iraquara
Acesso: de carro até o atrativo
Gruta da Lapa Doce
Uma caverna ampla que possui grande quantidade de formações como estalactites e estalagmites. Imperdível é fazer a sua travessia, de 850 metros.
Localização: Município de Iraquara
Acesso a pé: 850 metros de trilha)
Uma caverna ampla que possui grande quantidade de formações como estalactites e estalagmites. Imperdível é fazer a sua travessia, de 850 metros.
Localização: Município de Iraquara
Acesso a pé: 850 metros de trilha)
Esta atração está em área particular, temos que pagar R$
20,00 por pessoa para entrar.
Já na entrada recebemos uma orientação das atrações, podemos
nadar na lagoa com suas águas cristalinas, visitar a gruta azul e podemos
flutuar na gruta do Pratinha com taxa extra de R$ 20,00 por pessoa. Enquanto
ouvíamos as instruções um rapaz pegou uma cobra que estava na cerca de arame (devia
ser uma cipó) e ficou rodando ela no ar, eu bocuda que sou dei uma bronca nele
dizendo para não fazer aquilo, ele desistiu de rodá-la e a jogou com toda força
no chão, a coitada saiu rapidamente para o mato.
Parece que este rapaz trabalha no local, um absurdo presenciar e saber
que pessoas que deveriam cuidar acabam judiando dos animais que nada tem a ver
com a exploração de turismo na região. Encerrei o caso e voltamos às
explicações.
Resolvemos almoçar, combinamos de comer bem pouquinho e
experimentar a palma e o Codó de banana (ambos picadinhos e refogados,
deliciosos), Diego ficou encantado com a comida e deu vergonha de ver o tamanho
do prato que fez kkkkk. Passeamos um pouco e fomos fazer a flutuação na caverna.
Eu corajosa que sou para água fiquei me perguntando o tempo todo o que fazia ali
rsrsrsrs. Tita e Dani ficaram o tempo todo me escoltando rsrsrs, Diego
explorador, ia e voltava de todos os cantos da caverna. Na flutuação colocamos
colete, nadadeira, óculos, snorkel e levamos uma lanterna, pois no interior é um
breu. A água é cristalina e gelada e o fundo é forrado por micro búzios que
parecem grãos de areia, enquanto flutuamos não devemos colocar os pés no fundo
para não estragar os búzios. Pequenos peixinhos nos acompanham o tempo todo, há
também o bagre cego nesta caverna. Ficamos um tempão flutuando, voltamos e
fomos visitar a gruta azul, não pode entrar na água somente ver e fotografar.
Mergulhadores experientes em cavernas podem mergulhar na gruta do pratinha e
sair na gruta azul, isso com dia e hora marcados e acompanhados pelos guias do
Pratinha. Voltamos até o lago e ficamos mais um pouco na água. Depois de entrar
na gruta o lago nem tem muita graça rsrsrs.
Pegamos o carro e fomos visitar a Lapa Doce.
A gruta também tem guia local, pagamos taxa de R$ 20,00 por
pessoa e recebemos um capacete e lanternas. Seguimos o guia e descemos por uma trilha até a entrada da gruta. Esta é uma gruta seca, tem cerca de 850 metros
para percorrermos e seu interior é cheio de estalactites e estalagmites. A
poeira fina fica o tempo todo no ar, o local é muito escuro e as lanternas
vão clareando e mostrando as esculturas, muito bonito, vale muito a pena conhecer.
Saímos tarde da gruta e seguimos para lençóis para deixar o
Serjão, se encontrássemos outros guias com carro podíamos despachá-lo, mas
nada, tivemos que voltar até a cidade e só depois seguir para Andaraí.
Chegamos 20:00 horas em Andaraí, cidade bem pequena, ruas
estreitas, casas com suas portas na rua, todas bem pintadas e coloridas. Demos
uma volta por tudo e resolvemos ficar na única pousada que achamos, Pousada Eden, bem na praça. Restaurante
pra jantar só o bar da Samira. Pedimos um PF e cerveja. Ela disse ter Skin e
Bavária, Diego perguntou: - E cerveja? Kkkkkkk
Comida saborosa, Diego até ganhou um pouco da pimenta que
ela mesma prepara. Ela disse que os clientes sempre elogiam a pimenta, então dissemos à ela para produzir
e colocar em pequenos vidros para vender, ela gostou da ideia e disse que quando
voltarmos lá terá para comprar rsrsrs. Hotel bem fraquim, mas pra uma noite tá
bom demais!
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