Café às 6:30hs
saída às 07:00hs.
Menu?
nhami nhami, café, leite, mingau de aveia, sucrilhos, arepa recheada de queijo
e melão, que de li cia!!!!!
Do
acampamento vemos ao longe, no meio da mata que sobe a montanha, trechos onde
escorre a água da chuva e formam algumas erosões. Descobri que é por esses
paredões erodidos que iríamos começar a subir para o Monte, aijesuis, deu até
frio na barriga rsrsrsrs
Todos a
postos iniciamos o terceiro dia, mochilas nas costas, bastão nas mãos, água no
cantil, muito protetor solar e muito repelente, o dia prometia.
Trilha na
mata, passamos um riacho e começamos a escalar a montanha, subindo literalmente
pelos barrancos rsrsrs
Na mata,
o clima é mais fresco, mas a subida judia bastante. Sobe, cansa, para pra
descansar, rsrsr e assim vai. Chegamos num mirante e avistamos a igrejinha lá
longe, que orgulho saber que andamos tudo aquilo e estamos ali realizando mais
um sonho. Aliás, sonho de muitos, mas que poucos conseguem realizar.
Subimos
mais um pouco, pegamos água fresca numa mina (tínhamos água durante todo
percurso, quando é água de rio clorávamos antes de tomar, quando tirada de mina
podíamos beber direto). No nosso grupo não tivemos problemas com água
descansamos e seguimos.
Esta
trilha de subida chama-se Rampa, 5 km para vencer 1000 metros, um trecho
subindo pelos barrancos, um trecho de subida pela mata, um trecho descendo
pedras e logo em seguida subindo pedras soltas passando por baixo da cachoeira
das lagrimas. As pedras formam enormes degraus e sem descanso, sobe, sobe,
sobe.
De um
lado, o grande paredão de pedra do Monte e do outro, descendo o grande paredão
de pedra do Monte, melhor não olhar pros lados e se concentrar na subida
rsrsrs.
(Durante
a subida vamos cruzando com carregadores que vão e que vem, um desses que vem
era a criança de nosso acampamento. Os carregadores levantaram cedo, levaram a
carga até o camping e já estavam voltando enquanto nem tínhamos alcançado o
topo ainda).
Aos
poucos vamos vencendo o perrengue e às 12:30h conquistamos o topo do grande Tepui
Roraima, nem acredito e me deito pra poder respirar e agradecer por mais esta
etapa concluída!!!!
Uma
pequena pausa para comemorações e já nos preparamos para partir.Tínhamos que
andar por mais 1,5 km ate chegar em nosso hotel o Guácharo rsrsrs.
No topo
há 09 acampamentos que são chamados de: Principal | Uno | Índio | Basílio | S.
Francisco | Guácharo | Jacuzzi |Sucre |Coati
Os acampamentos são, na verdade cavernas formadas por
rochas salientes, usadas como locais de camping.
Durante
os dias caminhando sempre perguntávamos à guia Fátima qual distancia faltava
pra chegar e ela sempre dizia, faltam uns 40 minutos de caminhada.
Incrível
que sempre faltava 40 minutos e ao chegar ao topo adivinhem quanto tempo pra
chegar ao camping???? Kkkkkkkkkkkkkkk
(Quando
vemos o gigante ao longe formando uma grande mesa imaginamos que é uma bela
planície. Enganamo-nos o topo é bastante irregular, com
variações de alturas de mais de 300 m, muita pedra com formações que sua
imaginação conseguir formar, muita lama e muita água .O microclima
específico do topo faz com que haja espécies endêmicas de fauna e flora: a vegetação compreende
musgos, orquídeas, bromélias, plantas-carnívoras e pequenas árvores, e a fauna
– que apresenta pouca variedade – é composta basicamente por aves, insetos,
lagartos e pequenos anfíbios).
Chegando ao
Guácharo, nosso camping dentro da caverna, as barracas já estavam montadas e a
cozinha em pleno vapor preparando nosso almoço.
Alguns
colegas corajosos enfrentaram as águas geladas de um lago próximo para um
banho, outros foram até o mirante apreciar a bela paisagem, eu me recolhi na
barraca e tomei banho de gato usando lencinhos higiênicos rsrsrsrs
Logo fomos
chamados para devorar uma bela macarronada ao molho bolonhesa, divinaaaaa.
Comentamos
que achávamos que iríamos emagrecer na viagem e na verdade estávamos engordando
com tanta comida boa e farta rsrsrs
O tempo
varia bastante no topo, numa hora tudo aberto e lindo, menos de um minuto fecha
tudo em neblina, noutro começa a garoar. Minha barraca e a da Dani ficou em um
lado separado da dos outros. Novas brincadeiras, estávamos em Campos do Jordão,
lado bem mais frio da caverna kkkkk
Aproveitei
a tarde e tirei um cochilo, logo nos chamaram pra um café e em seguida uma sopa
de legumes quentinha no jantar.
Essa
noite mereceu um brinde com vinho. Eu e o Tita combinamos de levar vinho em
garrafa pet para não ter risco de quebrar. Nossa carregadora andou estes três
dias com peso de 2 litros e agora todos mereciam um brinde. Arno também é
precavido rsrsrs e levou duas garrafinhas de água com vinho branco e outra com tinto.
Foi o suficiente para todos nós levantarmos a caneca.
Dormimos
como anjos rsrsrs, ou quase, a noite ventou tanto que meu saco de dormir não
deu conta, acordei tremendo de frio e tive que me cobrir com a jaqueta. Dani
também teve que pegar a jaqueta do Diego emprestada para conseguir terminar a
noite.
Dormimos
cedo, acordamos cedo, às 5:00 h da manhã o povo já estava zanzando pelo
acampamento rsrsrsr
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| MONTE RORAIMA 5 - 13-10-15 |

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