31/07/14 – Ponte Alta x Mateiros
Ficamos “lerdano”rsrs na cidade, passamos no correio para
sacar dindin e depois pegamos estrada.
Bem pertinho de P.A. tem a Gruta da Sussuapara, um Cânion com
+- 25 m com água gotejando das raízes das árvores que ficam penduradas pelas paredes de pedras, o riozinho correndo
com uma pequena cachoeira ao fundo recebe pouca luz e as pedrinhas brancas
encontradas no rio são depositadas nas paredes do cânion com pedidos para os seres da mata realizarem nossos
desejos. Ao saírmos encontramos 03 rapazes de MG que também estavam passeando
pela região e nos pediram dicas ao que o Tita deu uma “aula” de Jalapão rsrs.
Seguimos pela estrada até a cachoeira do Lageado, que lugar
DUKA! A água vem correndo e caindo em
pequenos degraus que vão aumentando até cair num poço bem fundo. Por estarmos
em época da seca, conseguimos descer os degraus e ir nadar no poço com suas
águas límpida, cheia de peixinhos e geladíssima. Eu fiquei a postos para fazer
fotos, não quis me aventurar rsrsrs, mas Dani, Diego e Tita brincaram muito
antes de escalarmos os degraus da volta e seguirmos. Ao sairmos os colegas
mineiros estavam chegando novamente.
Seguimos para a cachoeira da Velha. Há uma boa estrutura na
entrada da fazenda, um vigia anota os veículos e nome de que entra para visitar
a cachoeira, não podemos mais acampar na prainha por causa do lixo deixado e a depredação.
O guia diz que o maior problema são os locais e não os turistas e tal medida
foi necessária para a preservação do local. Seguimos de carro até próximo a cachoeira
e um pontilhão de madeira nos leva para apreciar a queda da água. Não tem como
nos aproximar da cachoeira que é a maior do Jalapão. Apenas apreciamos e
seguimos para a prainha do rio que fica logo abaixo da queda da cachoeira.
Areia fina e branquinha, águas límpidas e calmas, sol
quente, ah se pudéssemos acampar ali... Nos banhamos, lerdamos e seguimos,
afinal tínhamos que chegar nas dunas para ver o por do sol!
O mineiro chegou e veio falar com Tita, disse que ao trazer
outro grupo de turistas ele deveria passar pela trilha que liga a cachoeira a
prainha pois é muito legal. Ele achou que o Tita era guia, pois havia dado várias
explicações e dicas rsrsrs. Falei ao Tita que já tem profissão a seguir quando
aposentar rsrsrs, bora ganhar um dindin.
Ao sairmos da fazenda encontramos um lindo caminhão estacionado
(www.venturas.com.br) eles fazem rafting na região e a expedição começa no
lindo caminhão Mamute. Saímos da fazenda e seguimos para as dunas. Cortamos
caminho por uma trilha que encurta +- 8 km de estrada. Há MT mata queimada na
região e num ponto conseguimos avistar um tatu que estava sendo vigiado por um
gavião rsrsrs, paramos e ficamos fotografando e o tatu nem aí rsrsrs. Seguimos para as dunas.
A estrada com areão estava tranquila até ali, mas deste
trecho em diante foi terrível, os tanques de areia imensos e a velocidade quase
que ficou pela metade, as costelas na estrada vão balançando tudo, trepidando até
o pensamento rsrsrs. Paramos na entrada com o portão fechado, temos que pagar
uma taxa “voluntária” ao rapaz que faz anotação dos veículos e pessoas que irão
visitar as dunas. Areia fofa, várias trilhas, escolhemos uma e Tita vai
acelerando, fica ruim, passa para outra e vamos chacoalhando por +- 6 km até
chegar ao estacionamento.
Deste ponto até a duna tem uma caminhada acelerada de 10
minutos. Como o sol estava baixando rápido, dei a câmera fotográfica ao Diego e
pedi pra ele correr na frente para fotografar rsrsrss, coitado saiu a milhão
rsrsrs, fomos rápido e passamos pelo riozinho e começamos a subir a duna, um
passo pra cima e escorrega dois para baixo kkkkk A Dani e Tita foram até rápido eu fiquei
lerdano atrás e o Tita voltou pra me arrastar kkkk, pedi pra jogarem a
cinta, cabo do guincho, qq coisa
pra me levar ao topo rsrsrs.
As dunas de +- 40 metros de altura estão maiores e mais
espalhadas do que há 7 anos atrás, uma área bem maior está tomada pela areia
laranja, linda e maravilhosa. O sol vai se pondo e colorindo as nuvens em
vários tons finalizando mais um dia neste paraíso chamado Jalapão.
Ficamos um bom tempo na duna e ao voltar para a viatura já
estava noite (os mineiros também chegaram lá).
Diego pilotou na volta e se deliciou com a areia fofa,
curvas e trilhas estreitas. Ele gosta de fazer trilha de moto então foi só aproveitar a Hilux.
Chegamos a Mateiros e fomos abastecer e procurar pousada. O
frentista do posto nos indicou a mais barata (R$ 100,00 a diária qto duplo,
fomos até lá, Diego entrou, vasculhou tudo, bateu palmas, buzinamos, chamamos e
ninguém apareceu kkk fomos embora) e a Panela de Ferro (R$ 155,00). Perguntei
por Vereda Tropical da Dona Bibi e ele nos orientou a chegar. Quem conhece Dona
Bibi sabe o quanto ela gosta de dindin e apesar de sua pousada estar maior e
mais equipada ainda esta atrás da Panela de Ferro e ainda assim cobra o mesmo
valor. Tita contou que já nos hospedamos lá e ela deixou por R$ 130,00 o Tita
chorou e ela disse que se fosse sem café da manhã faria R$ 120,00 rsrsrs.
Optamos pelo conforto da Panela de Ferro rsrsrs.
Jantamos na Dona Rosa, comida caseira, simples, mas muito gostosa. De barriga cheia só nos restava um bom banho quente e cama.
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